Arquivo de 24/06/2010

Cultura demais é uma merda!

Posted: 24/06/2010 in HUMOR

O significado da palavra ANFITRIÃO

Na mitologia grega, Anfitrião era marido de Alcmena, a mãe de Hércules. Enquanto Anfitrião estava na guerra de Tebas, Zeus tomou a sua forma para deitar-se com Alcmena, e Hermes tomou a forma de seu escravo, Sósia, para montar guarda no portão.

Com a gravidez de Alcmena, uma grande confusão foi criada, pois, evidentemente, Anfitrião duvidou da fidelidade da esposa.

No fim, tudo foi esclarecido por Zeus e Anfitrião ficou contente por ser marido de uma mulher escolhida do deus. Daquela noite de amor nasceu o semideus Hércules.

A partir daí, o termo Anfitrião passou a ter o sentido de “Aquele que recebe em casa”

Portanto, ANFITRIÃO é sinônimo de CORNO MANSO e FELIZ!

RESUMINDO: QUANDO DISSEREM QUE VOCÊ É UM BOM ANFITRIÃO

FIQUE DE ORELHA EM PÉ.

Cultura demais é uma merda!

Câmara coloca em pauta projeto que prevê aumento de internação de jovens

Enviado por criancanoparlamento

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO) da Câmara dos Deputados colocou em pauta, nesta quarta-feira, 26, o Projeto de Lei 7008/2010. A matéria, de autoria do deputado William Woo (PPS/SP), modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) aumentando o tempo de internação do/a jovem que cometeu ato infracional considerado grave.

O relator do projeto, deputado Laerte Bessa (PSC/DF), apresentou relatório favorável ao PL, acrescentando que o período de internação poderá chegar a cinco anos, com liberação compulsória aos vinte e três anos de idade.

 Os deputados só não votaram a matéria porque o deputado Paes Lira pediu vista do projeto.

Os participantes do movimento pela defesa dos direitos da criança e do adolescente, em sua maioria, são contra o aumento do tempo de internação, uma vez que cinco anos de internação é mais do que a metade da adolescência, fase considerada especial no desenvolvimento do ser humano.

http://www.infanciaeparlamento.org.br/

“Esta decisão tem como base a consciência de que a democratização da terra através da reforma agrária é uma luta histórica do povo e uma exigência ética afirmada pela CNBB há décadas”

por Assessoria de Comunicação FNRA

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, divulgou esta semana a carta em apoio ao Plebiscito Popular pelo limite máximo da propriedade da terra no Brasil.

No documento, as coordenações regionais e nacionais das Pastorais Sociais e Organismos da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB, assumem o compromisso de participar do 16º Grito dos Excluídos e da organização do Plebiscito Popular.

“Esta decisão tem como base a consciência de que a democratização da terra através da reforma agrária é uma luta histórica do povo e uma exigência ética afirmada pela CNBB há décadas. É também a realização de um gesto concreto proposto pela Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010.”

Confira a carta na íntegra:

 APOIO AO PLEBISCITO POPULAR PELO LIMITE DA PROPRIEDADE DA TERRA

E AO 16º GRITO DOS EXCLUIDOS 

Reunidas em Brasília, nos dias 14, 15 e 16 de Junho, as coordenações regionais e nacionais das Pastorais Sociais e Organismos da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB, assumem o compromisso de participar do 16⁰ Grito dos Excluídos e  da organização do Plebiscito Popular por um Limite da Propriedade da Terra no Brasil.

Esta decisão tem como base a consciência de que a democratização da terra através da reforma agrária é uma luta histórica do povo e uma exigência ética afirmada pela CNBB há décadas. É também a realização de um gesto concreto proposto pela Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010, promovida pelas Igrejas membros do CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs), como consta no Texto Base, n. 120: “Mobilização de apoio ao Plebiscito de iniciativa popular pelo Limite da Propriedade da Terra, em defesa da Reforma Agrária, da Soberania Territorial e Alimentar, promovido pelo Fórum Nacional de Reforma Agrária e Justiça no campo”.

Para isso, convidamos os cristãos e cristãs das dioceses, paróquias, comunidades, movimentos a engajarem-se neste exercício de cidadania que será realizado na Semana da Pátria e especialmente no dia 7 de setembro, junto com o 16⁰ Grito dos Excluídos/as, abrindo espaços, formando comitês, colaborando com os comitês estaduais no processo de informação, formação e coleta dos votos.

O engajamento nesta prática cidadã de democracia direta é uma forma de realizar nossa missão evangélica em favor e junto com os excluídos e excluídas, construindo uma sociedade justa e solidária que garanta vida digna para todos os brasileiros e brasileiras.

Brasília, 16 de Junho de 2010.

Dom Pedro Luiz Stringhini

 

Presidente da Comissão

 

http://www.limitedaterra.org.br/noticiasDetalhe.php?id=141

Debate sobre o pré-sal

Escrito por William Pedreira

23/06/2010

 Em Seminário, FUP reafirma luta pelo monopólio estatal do petróleo com uma Petrobrás 100% pública

A legislação do setor do petróleo, os impactos na exploração e produção do pré-sal, matrizes energéticas, desenvolvimento social e econômico. Estes foram alguns dos temas abordados durante o seminário “Pré-sal e a nova lei do petróleo – desafios e possibilidades” realizado na manhã desta quarta-feira (23).

Com uma platéia plural composta por representantes dos trabalhadores, especialistas, técnicos e acadêmicos, o coordenador geral da FUP (Federação Única dos Petroleiros), João Antonio de Moraes, reiterou a luta dos movimentos social e sindical pelo monopólio estatal do petróleo através de uma Petrobrás 100% pública.

“Entendemos que as propostas do governo avançam ao modelo atual, mas ainda não são ideais. Propostas como o monopólio estatal e uma Petrobrás totalmente pública só serão ratificadas com a mudança na atual legislação (Lei 9478/97), herança do período nebuloso do neoliberalismo, garantindo assim, uma soberania enrgética do país com sustentabilidade econômica e ambiental.”

O líder petroleiro também discorreu sobre o grande desafio de transformar as riquezas do petróleo em avanços sociais, utilizado estes recursos em favor do povo brasileiro e não para enriquecer meia dúzia de senhores. “As riquezas geradas pelo pré-sal devem ser investidas nas necessidades centrais da nação, servindo ao crescimento, a geração de emprego, renda, ao investimento na saúde, educação, ciência e tecnologia”, ratifica Moraes.

Já economista e assessor da subseção do Dieese da FUP, Henrique Jäger, citou em sua fala o Projeto de Lei Complementar 531/2009 proposto pela FUP que atualmente tramita no Senado paralelamente aos projetos de lei do governo. “As mudanças para a lei do petróleo enfrentam uma enorme resistência, principalmente por parte dos setores mais conservadores que representam os interesses dos empresários, por isso é muito importante uma articulação social em defesa dos nossos interesses, da demanda dos trabalhadores e da sociedade brasileira.”

Para ele, a descoberta do pré-sal coroou a política de pesquisa e desenvolvimento adotada ao longo dos últimos anos pela Petrobrás. “Só para se ter uma idéia, a Petrobrás já descobriu, desde sua criação, cerca de 25 bilhões de barris de petróleo no Brasil. A expectativa com o pré-sal vai muito mais além. A estimativa de produção da área é de 80 a 200 bilhões de barris de petróleo. Se forem confirmadas estas estimativas, o Brasil passaria a ser o segundo ou quinto país em reserva de petróleo. A riqueza gerada será entre 5 e 14 trilhões de dólares, sendo que no ano passado o PIB brasileiro foi de 1,5 trilhão de dólares”, finaliza Jäger.

Presente à mesa de debate, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Mauricio Tomasquim, afirmou que o Brasil vive um momento histórico e privilegiado no que diz respeito às condições de exploração do pré-sal. “A estrutura industrial completa e formada, capacidade técnica e humana e uma democracia instalada permite ao país uma posição exemplar e de protagonismo na exploração de suas reservas petrolíferas.”

O professor da Universidade Federal de Sergipe, Frederico Lisboa Romão, falou sobre o impacto dos royalties nos municípios brasileiros. Com dados e números contundentes, o professor mostrou que aplicação de royalties não é sinônimo de avanços sociais. “Exemplo claro é o recôncavo baiano, onde os munícipios que recebem e aqueles que não recebem recursos dos royalties possuem os mesmos indicadores de desenvolvimento.”

Na mesma linha do coordenador da FUP, o professor da Faculdade Cásper Líbero, Igor Fuser, alertou para a questão das leis vigentes no Brasil que segundo ele, não oferecem a menor garantia de que a extração do petróleo do pré-sal seja feita em benefício da sociedade brasileira. “Desde 1997, o petróleo brasileiro está parcialmente privatizado. A Petrobrás, com a Lei do Petróleo, passou da condição de empresa pública para a de sociedade mista. Esse é o pano de fundo de uma disputa intensa em que sindicatos e movimentos sociais precisam estar atentos para garantir que estas riquezas sejam utilizadas em benefício de toda a nação.”

O Seminário foi organizado pela MGiora Comunicação e Petrobrás com apoio da FUP (Federação Única dos Petroleiros) e teve como mediador dos debates o jornalista Luis Nassif. Outros três seminários estão previstos para serem realizados ainda este ano nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia.

 Atualizado em ( 24/06/2010 )

http://www.cut.org.br/content/view/20970/