Mercadante propõe parcerias entre governo e lan houses

Posted: 20/07/2010 in ELEIÇÕES, ELEIÇÕES 2010, GOVERNO DE SÃO PAULO, Mercadante, Programa de Governo
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Mercadante propõe parcerias entre governo e lan houses
20 julho 2010 em Notícias, Slider por Administrador

O candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Aloizio Mercadante, participou nesta segunda-feira (19/07) de reunião com representantes de lan houses na capital paulista. O senador se propôs a estabelecer parcerias e trabalhar em conjunto pela regularização do setor.

“Nós temos uma situação hoje no país em que mais de 70 milhões de brasileiros estão acessando a internet através das lan houses. Só em São Paulo, são mais de 8 mil lan houses, e nós precisamos de uma política pública que ajude a regulamentar essas atividades.”

Durante o evento, foram discutidas maneiras de utilizar a internet como forma de promoção da educação e da cultura, “A ideia de juntar a educação ao projeto pronto das lan houses que existem no estado de São Paulo é uma proposta pela qual nós estamos lutando e o Mercadante se alinhou exatamente com o nosso propósito de fazer com que a lan house seja um espaço pró-educação, um espaço complementador ou até educador”, salientou Ernesto Neto, presidente da associação de lan houses de São Paulo.

Inclusão Digital

Representantes do setor enfatizaram o compromisso de Mercadante na utilização das lan houses como forma de se levar a internet à população carente. ”Há um posicionamento do Mercadante muito a favor da inclusão digital, de se levar a tecnologia a um maior número de pessoas possível, da democratização do acesso à internet. E hoje, no Brasil, quem cumpre esse papel são as lan houses, afirmou Mário Brandão, presidente da Associação Brasileira dos Centros de Inclusão Digital.

Segundo Mário Brandão, metade dos acessos à internet no Brasil é feita em lan houses e 70% da população das classes D e E apenas tem acesso à rede nesses centros. “Não queremos aprofundar esse apartheid digital, onde uma grande parcela da população não tem acesso à internet e o único acesso que tem é criminalizado e excluído. É melhor a gente formalizar e incluir do que afastar”, destacou Mercadante.

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