Governo exige fim da greve para negociar com residentes

Posted: 30/08/2010 in DIREITOS HUMANOS, ECONOMIA, educação, Educação
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 do Brasília Confidencial

    O Ministério da Educação rejeitou ontem a reivindicação dos médicos-residentes, por reajuste parcelado das bolsas, e voltou a oferecer reajuste de 20% a partir de janeiro do ano que vem.

        “O referido percentual reflete as possibilidades orçamentárias atuais de cada entidade envolvida no financiamento do sistema e […] constitui uma quantia expressiva, tendo em vista a estabilidade da economia e os reajustes praticados em todos os demais setores”, diz ofício encaminhado pelo MEC à Associação Nacional de Médicos-Residentes.

     Os residentes iniciarem greve na semana passada reivindicando aumento de 38, 7% no valor da bolsa auxílio. O governo ofereceu 20%. Quinta-feira, o comando grevista propôs reajuste imediato de 28,7% e mais 10% em setembro de 2011, para encerrar a greve. Outra vez o MEC não topou e condicionou novas negociações ao fim da greve.

        “Tendo em vista que nós mostramos que estamos abertos ao diálogo, achamos que essa posição é uma forma de intransigência. Vou consultar os representantes dos estados, mas em princípio, a greve está mantida”, declarou o presidente da entidade nacional dos residentes, Nívio Moreira Júnior. Ele anunciou a intenção de apresentar ao ministério, até segunda-feira, um pedido formal de negociação

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