do Brasília Confidencial

    O ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça, acolheu pedido do Ministério Público Federal e prorrogou por cinco dias a prisão temporária de seis das 18 pessoas presas sob a acusação de participarem de um esquema de desvio de verbas no Amapá. Continuarão presos o governador Pedro Paulo Dias (PP), o ex-governador Waldez Góes (PDT), o presidente do Tribunal de Contas do Estado, José Júlio de Miranda Coelho, o ex-secretário de Educação José Adauto Santos Bitencourt, o secretário estadual de Segurança, Aldo Alves Ferreira, e o empresário Alexandre Gomes de Albuquerque.  

    O prazo de prisão preventiva de todos os 18 suspeitos expiraria hoje, mas, para o Ministério Público, a prorrogação é necessária para garantir o andamento das investigações e para não comprometer os depoimentos em curso. O ministro do STJ determinou a expedição de alvará de soltura para que os outros detidos sejam liberados. Todos são suspeitas de praticar corrupção ativa e passiva, peculato, advocacia administrativa, ocultação de bens e valores, lavagem de dinheiro, fraude em licitações, tráfico de influência e formação de quadrilha, entre outros crimes.

    Também ontem, o ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal,  rejeitou os pedidos de soltura do ex-governador Waldez Góes (PDT) e de sua esposa, Marília Xavier.

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