Arquivo de 10/04/2011

O Movimento Hip Hop* é uma da maiores forças políticas do país, ele vai além do que muitos partidos políticos pretendem como a populaçãobrasileira.

Lógico que suas mobilizações política causa estranhamento amuitos há anos, porque elas não são únicas. Diversos partidos políticostentaram sistematiza- las, algo sempre difícil para eles sendo que seus interesses são somente de ampliação em época de eleição. O tempo de urna passa, ai, a farsa de alguns políticos se desconstroem rapidamente.  Seus tempos de amnésias fazem-os esquecerem as pessoas que são a base do hip hop brasileiro, moradores da periferia. Esse tipo de ações só muda de cor e sigla.

É… Hoje promessas vazias de ‘revolução kit lanche’ já não pega, por razão dos envolvidos e construtores do hip hop estarem querendo além “ Ser feliz na favela que nasci”, frase pertencente a outro estilo que os ‘burrogratas’ da lei confundem com o hip hop.  Além que o preconceituoso sempre iguala os indivíduos que pretendem controlar. Para conseguir apoio político hoje com hip hop tem sair de promessas, e partir a praticas concretas de interesses horizontais, sem o lance piramidal. Cada agrupamento de hip hopers está procurando negociar suas questões com igualdade, apartir de suas subjetividades com a realidade que pretendem transformar, seja artística como de suas comunidades.

O hip hop é tão grande que todos os segmentos políticos e culturais estão inseridos nele, porque a base é a construção da emancipação humana, sempre combatendo o racismo e preconceitos em suas formas perversas. Seja fóruns, posses, grupos todos discutem e analisam questões de genero, educação, politicas públicas, entretenimento, moradia, mídia, sistema politico, artes, culturas entre diversas de cada localidade que encontram-se. Esses grupos de pessoas utilizam o hip hop como ferramenta de sua manifestações e também o vivem, como filosofia de vida.

Durante todos esses anos que hip hop está no Brasil, há uma revolução através da auto estima, todos que o compreende deixam de ser controlados, para buscarem alternativas de controlar suas vidas.; Hoje temos fenômenos artísticos, jornalistas, intelectuais, historiadores, agentes educacionais, ativistas, auto didatas, professores, modelos, escritores, literários, poetas, políticos, atores, autores entre outras áreas do conhecimento humano.

Então o próprio movimento está procurando formas de conexões desses diversos grupos espalhados pelo pais, na busca de haver algumas ações conjuntas, sem querer faze-lo um movimento estudantil de classe média de 1970. Lógico que há sua importância política no país deste movimento, que não se pode ser ignorado. È ‘tru’, ´so que tem muito sal no moio’ ! Muitos que dizem-se lutadores pela liberdade da nação, hoje são políticos com gerencia no estado e permitem a tortura de pobres em ‘corrós’ de delegacias e presídio, aumentam a população carcerária e continuam praticando o genocídio da juventude negra.

O movimento Hip Hop é um dos mais importantes do país, por ser construídos por irmãos e irmãs dos guetos e periferia.

Fonte: Rapper Piratarapperpirata. blogspot. com

Disputa entre lideranças do MST e José Rainha tem mais uma capítulo. Em algumas cidades do interior paulista, PM impediu ação dos sem-terra.

Da Agência Estado

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) ligados a José Rainha Júnior invadiram ao menos 18 fazendas na manhã deste sábado (9) no Pontal do Paranapanema e na região de Araçatuba, no interior de São Paulo.

Rainha anunciou que as invasões podem chegar a 30 até a manhã do domingo e que o objetivo é recolocar a reforma agrária na pauta dos governos estadual e federal.

A ação faz parte do chamado Abril Vermelho, a jornada de lutas do movimento em defesa da reforma agrária e para lembrar o massacre de Eldorado do Carajás, ocorrido em abril de 1996, quando 19 sem-terra foram mortos pela Polícia Militar no sul do Pará. De acordo com Rainha, a principal reivindicação é a retomada na desapropriação de terras para assentamentos.

Segundo ele, foram mobilizados cerca de 4 mil militantes de 30 acampamentos espalhados por essas regiões. “Estas ocupações mostram para todo o Brasil que a pauta da reforma agrária está presente e que a tese de que há um esvaziamento dos acampamentos não se confirma em São Paulo”, disse. Segundo ele, a luta pela terra está “viva e o governo precisa fazer a parte dele, arrecadando as terras que não cumprem a função social”.

Em alguns locais, os militantes enfrentaram resistência. No município de Queiroz, a Polícia Militar impediu uma invasão usando carros para bloquear o acesso à propriedade visada pelos sem-terra. Um comboio do MST também foi bloqueado em Parapuã, região de Marília. Alguns veículos foram multados e apreendidos porque estavam com documentação irregular