Arquivo de 12/04/2011

Foi com espanto e indignação que os paulistanos receberam a notícia, veiculada pelo portal UOL na última semana do mês de março, de que o rio Tietê, que já transbordou três vezes apenas neste ano, ficou nada menos que 3 anos (2006, 2007 e 2008) sem receber serviço de limpeza por parte do governo do Estado de São Paulo.

Afinal, o rio recebe o equivalente a 400 piscinas olímpicas de resíduos anualmente. A falta de limpeza, neste caso, traria prejuízos gravíssimos à sociedade. Além disso, pesaria o fato de que os 2 bilhões de reais gastos em 2005 e 2006 para acabar com os transbordamentos do Tietê teriam sido em vão, dada a interrupção deste serviço por parte do ex-governador José Serra, sucessor de Geraldo Alckmin, responsável pela obra.

O que poucos sabem, no entanto, é que os deputados Paulo Teixeira (federal) e Simão Pedro (estadual) já tinham acionado o Ministério Público Estadual sobre esta questão já em 2010. Eles protocolaram uma representação no MPE no início do mês de fevereiro do ano passado reportando que “o governo estadual, através do DAEE, não realizou os trabalhos de drenagem e dasassoreamento da Calha do Rio Tietê em 2006, 2007 e 2008, retomando os trabalhos somente em 2009”. A ação, em parte motivada pelas enchentes crônicas sofridas pelos moradores do Jardim Pantanal, na zona leste de São Paulo, foi entregue ao Procurador-Geral de Justiça do MPE, Fernando Grella Vieira, e está registrada sob o protocolo de número 17998/2010.

Apesar desta denúncia formal protocolada pelos deputados, que antecede em mais de um ano a reportagem do portal UOL, o Ministério Público encaminhou esta questão apenas no final do último mês de março, quando anunciou que deverá instaurar um inquérito civil para investigar a responsabilidade pela suspensão da limpeza do rio Tietê no período em questão.

Esperamos, portanto, que, desta vez, o governo do Estado de São Paulo seja oficializado e, caso comprovada a imprudência dos gestores que optaram por não investir no desassoreamento do rio entre 2006 e 2008, estes sejam devidamente punidos e seus erros, reparados – em respeito ao meio ambiente e à população de São Paulo.

(Foto da capa: Milton Jung/Flickr)

A Escola Estadual Luiz Gonzaga Righini, no bairro do Limão,SP, cometeu abusos e foi denunciada. Pensa que ela se abalou ? Imagina… nem voltou atrás no abuso e ainda
cometeu outros. Suspendeu duas classes do noturno, primeiro F e primeiro G.

Suspender aluno é crime. É violação de direito, suspender duas classes ao mesmo tempo é um absurdo. Aluno que comete qualquer ato de indisciplina tem que ser corrigido. Escola é direito de aluno garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Aluno tem direito ao acesso e permanência na escola. Líquido e certo.

Liguei para a escola e a funcionária informa que a diretora está falando com os pais sobre a suspensão. Quando eu afirmei que suspensão é ilegal ela informa que não. Que a escola faz a própria lei. Pior, é que é isso mesmo. Com a anuência da Secretaria de Educaçao. Escola pública não obedece a lei vigente no pais. Então é uma quadrilha?????

Quem não obedece a lei vigente no pais e faz lei paralela é quadrilha. Súcia, corja, bando. Uma escola jamais poderia desobedecer as leis. Que tipo de cidadão a escola pública de São Paulo está formando se ela não respeita a Leis de Diretrizes e Bases. Não respeita a Constituiçao Federal não respeita o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Denunciamos essa escola porque ela transferiu para o noturno uma classe de alunos da oitava série. Uma das mães desses alunos reclamou e acha arriscado seu filho de 14
anos estudar a noite. Toda uma classe que foi reprovada.

O aluno está fora da escola. E foi feito protocolizado documento ao Governador do Estado de São Paulo. Secretario de Educaçao de São Paulo. Conselho Estadual de São Paulo, Cogesp e Corregedoria Setorial de Educação.

Então supomos que essas autoridades, estão anuentes com os abusos que a Escola Luiz Gonzaga Righini comete. Essa escola fora da lei, não respeita a lei e cria leis a seu bel prazer. Se alguém tiver outro sinônimo para essa conduta, me avisa e eu refaço este texto.

Por enquanto, escola com essa conduta não tem professoes.É uma quadrilha, uma corja, súcia, corja. Quem não respeita a lei, é bandido. É marginal. Um educador jamais tomaria essa atitude. Um educador sabe a sua importância na formação do cidadão.

Que cidadão essa escola está formando ?

Por: Cremilda Estella Teixeira

ALUNO NÃO TEM DIREITO DE TER DIREITO.

A mãe chora diante da diretora, preocupada, sentindo-se culpada por seu filho de 14 anos ter sido reprovado na oitava séria. Sua mãe avó do aluno, estivera muito doente durante meses, e ela não pode acompanhar as lições de casa os trabalhos e ajudar seu filho, ele foi reprovado e transferido sem sua autorização para o horário noturno.

Aconteceu na ESCOLA ESTADUAL LUIZ GONZAGA RIGHINI, bairro do Limão em São Paulo.
Aquilo que todos sabemos. Se a mãe não ensinar em casa a escola não ensina, dá provas dificílimas e o aluno não aprende e nem passa de ano. O pior não ficou aí para essa mãe. A escola reprova os alunos da oitava série e os trasfere para o curso noturno, coisa que a mãe do aluno não quer. Ele tem 14 anos e ela não acha conveniente para ele estudar a noite com muitas classes de adultos . Justa preocupação.

A diretora não se comove com as lágrimas da mãe e confirma que o aluno vai estudar a noite e pronto. A mãe aflita ameaça procurar os seus direitos. A diretora olha para ela com ar de deboche e com sorriso de canto de boca deseja “boa sorte”. Na verdade a diretora sabe que direitos é coisa que aluno de escola pública não tem mesmo.

Lembrei de uma palestra na OAB, onde o Dr. Evandro (xerife) Capano, fala que o maior de todos os direitos é o direito de ter direito. No caso de escola pública, pais e alunos, não tem nenhum direito. Nem o direito de ter direito.

Esse caso foi protocolado para o Governador do Estado de São Paulo, na Secretaria de Educação, Corregedoria Setorial de Educação e em todos órgãos criados na teoria para fazer fazer os direitos. Só que na escola pública de São Paulo, justiça é o direito do mais fortes.

Como o aluno é o elo mais fraco da corrente, direito ele não tem nenhum. O aluno está fora da escola . Sem direito de ter direito.

Por: Cremilda Estella Teixeira