Arquivo de 05/08/2011

Assista ao documentário Energia do sol, tecnologia do povo, que retrata a experiência do MAB em implementar o sistema ASBC (Aquecedor Solar de Baixo Custo) como uma alternativa tecnológica popular para o aquecimento de água

Notícias

Contaminação da água não é monitorada

Organizações lançam Comitê em Defesa das Florestas em SP

Criada para conter danos de Belo Monte, Operação Xingu restringe-se a paliativos

Ocupação do  Incra de São Paulo

MAB participa de encontro de membros do Ministério Público

Comunidade de São Paulo se revolta com contas de luz

População de Cuiabá protesta contra privatização da água

Campanha contra os agrotóxicos

Assista ao documentário O veneno está na mesa, de Silvio Tender, e leia entrevista com o cineasta brasileiro

Publicações

Leia a última edição do Jornal do MAB

Conheça a versão em espanhol da cartilha sobre violações dos direitos humanos das mulheres atingidas por barragens

Siga o MAB no Twitter!

Em virtude da Ocupação do Incra de São Paulo esta semana, onde ainda continua ocupado, o MST reivindicou a presença do Presidente Incra Sr. Celso Lacerda que se comprometeu em reunir Hoje, 05 de agosto às 20:00h com o MST no Incra de São Paulo, onde estarão cobrando a nomeação do Novo Superintendente da Autarquia.

Cerca de 500 trabalhadores e trabalhadoras acampados e assentados do MST do estado de São Paulo ocuparam a sede da Superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), na manhã de hoje, 03 de agosto. O ato tem por objetivo pressionar o governo para a pauta da Reforma Agrária.

Desde junho deste ano, os trabalhos do órgão em São Paulo encontram-se completamente paralisados, aguardando a nomeação de um novo superintendente.

A pauta de reivindicações do Movimento no estado é antiga: desapropriação de terras, regularização dos assentamentos já existentes, assistência técnica, crédito para a produção, infraestrutura e negociação das dívidas das famílias assentadas.

Segundo Gilmar Mauro, da Direção Nacional do MST, “O Incra de São Paulo não tem superintendente, não tem assistência técnica proporcional à demanda, não tem dinheiro. É mais fácil perguntarmos o que afinal temos para realizar a Reforma Agrária!”.

A atividade integra a Jornada Nacional de Lutas das centrais sindicais, movimentos sociais e diversas organizações, que realizarão uma série de manifestações durante o mês de agosto.

“É preciso compreender que a Reforma Agrária não depende apenas do MST, mas de toda a sociedade. Estamos reivindicando terra sim, mas também um outro modelo de produção que vai contra o que está sendo praticado pelas grandes empresas, com o apoio do Estado brasileiro. Trata-se de discutir se vamos continuar comendo esta comida envenenada, e que tipo de uso queremos dar aos nossos recursos naturais, que estão sendo transformados em mercadoria”, afirma Gilmar.