Como pode-se observar no balão logo acima do post (à direita) recebemos um comentário do amigo Eugênio Kishi. Varios são os nossos leitores que não tem o hábito de acessar aos comentários. em virtude disto, resolvemos publicar abaixo parte do comentário recebido indicando aos nossos parceiros que acessem  ao comentário em sua íntegra.

 

Este vídeo é antigo camarada, sugiro a Vossa Mercê dá uma olhadinha nos que eu posto abaixo, inclusive, são respostas ao postado. Tem um ótimo, a “Internacionalização do mundo”.

BELO MONTE, QUEM MANDA NO BRASIL?

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Comentários
  1. Eugênio diz:

    Este vídeo é antigo camarada, sugiro a Vossa Mercê dá uma olhadinha nos que eu posto abaixo, inclusive, são respostas ao postado. Tem um ótimo, a “Internacionalização do mundo”.

    BELO MONTE, QUEM MANDA NO BRASIL?

    Amazônia é nossa ( Contra o movimento gota d’agua)

    Internacionalização do Mundo

    Amazônia é nossa!

    – – – – –

    O Presidente Lula disse uma vez que se os outros países se preocupam tanto com a Amazônia, que replantem o que já devastaram: A Amazônia é nossa!!

    Discurso do Senador Cristovam Buarque:

    Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do DF, ex-ministro da Educação e atual senador Cristovam Buarque foi questionado por um universitário sobre o que pensava da “Internacionalização da Amazônia”…

    O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um “humanista” e não de um “brasileiro”.

    Esta foi a resposta do, hoje, Senador Cristovam Buarque:

    “De fato, como brasileiro, eu, simplesmente, falaria “contra” a Internacionalização da Amazônia.
    Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, “ele” é NOSSO.

    Como “humanista”, sentindo o risco da Degradação Ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também, de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

    Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro… O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro.

    Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.

    Da mesma forma, o Capital Financeiro dos “países ricos” deveria ser internacionalizado.

    Se a Amazônia é uma “reserva para todos os seres humanos”, ela NÃO pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

    Queimar a Amazônia é tão grave quanto o “desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais”.

    Não podemos deixar que as Reservas Financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

    Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a “internacionalização de todos os grandes museus do mundo”. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.

    Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

    Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris,Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

    Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

    Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasçeram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro lutarei para que a Amazônia seja nossa, só nossa.”

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    A lógica de Akiaboro

    http://blogdadilma.blog.br/2010/05/a-logica-de-akiaboro-%E2%80%93-antonio-delfim-netto.html

    Mais uma indecência
    http://www.cartacapital.com.br/sociedade/mais-uma-indecencia

    Ambições amazônicas

    http://www.cartacapital.com.br/sociedade/ambicoes-amazonicas

    Belo Monte, Balbina & Três Gargantas

    “Estão com raiva de mim, querem que eu deixe de ser o cacique. Dizem que eu sou a favor da hidrelétrica. Eu cansei dessa história, não quero participar de reunião, de audiência. Só quero trabalhar na roça e garantir meu sustento”, Cacique Manuel Juruna

    http://www.vermelho.org.br/coluna.php?id_coluna_texto=3170&id_coluna=19

    Brasil tem uma das maiores reservas de terras raras do planeta

    http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=reservas-terras-raras-brasil

    Aquífero na Amazônia pode abastecer a população mundial em até 100 vezes

    http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/marco/aquifero-na-amazonia-pode-abastecer-a-populacao

    Aquífero Alter do Chão

    http://www.amazoniainforma.org/2011/05/aquifero-alter-do-chao-por-hiram-reis-e.html

    Aquífero Alter do Chão é o maior reservatório de água do planeta

    http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2010/05/aquifero-alter-do-chao-e-o-maior-reservatorio-de-agua-do-planeta.html

    O NIÓBIO É O FUTURO

    http://www.defesabr.com/MD/md_amazonia.htm#Niobio

    Nióbio: A riqueza desprezada pelo Brasil

    http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/nacional/niobio-a-riqueza-desprezada-pelo-brasil/
    23/05/2011

    Exploração privada lidera nova corrida ao petróleo na Amazônia

    http://rio-negocios.com/exploracao-privada-lidera-nova-corrida-ao-petroleo-na-amazonia/

    Os Diamantes da Reserva Roosevelt de Rondônia

    http://www.rondoniagora.com/noticias/os-diamantes-da-reserva-roosevelt-de-rondonia.htm

    O nacionalismo voltou

    http://www.cartacapital.com.br/internacional/o-nacionalismo-voltou-2

    – – – – –

    “Se os países subdesenvolvidos não conseguem pagar suas dívidas externas, que vendam suas riquezas, seus territórios e suas fábricas”, Margareth Thatcher (Primeira-Ministra do Reino Unido, 1983)

    “Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós. Oferecemos o perdão da dívida externa em troca da floresta”, Al Gore (Vice-Presidente dos EUA, 1989)

    “O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia”, François Mitterrand (Presidente da França, 1989)

    “O Brasil deve delegar parte dos seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes”, Gorbachev (Último Presidente da URSS, 1992)

    “Caso o Brasil resolva fazer uso da Amazônia, pondo em risco o meio ambiente nos Estados Unidos, temos que estar prontos para interromper este processo imediatamente”, General Patrick Hugles (Diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA, 1998)

    “A floresta amazônica e as demais florestas tropicais do planeta deveriam ser consideradas “bens públicos mundiais” e submetidas a uma gestão coletiva pela comunidade internacional”, Pascal Lamy (Comissário de Comércio da União Européia, 2005)

    “Obviamente, existem problemas de soberania, mas o desmatamento é um assunto enorme… e qualquer plano, mesmo que seja radical, é digno de ser avaliado”, David Miliband (Ministro do Meio Ambiente do Reino Unido, 2006)

    http://www.defesabr.com/MD/md_amazonia.htm

    27/05/2011: América do Sul decide ter sua própria doutrina de Defesa separada da dos EUA

    Buenos Aires – A União de Nações Sul-Americanas (Unasul) confirmou nesta sexta-feira a decisão de criar sua própria doutrina de Defesa, separada das dos Estados Unidos e outras potências, ao concluir em Buenos Aires uma conferência ministerial que inaugurou o Centro de Estudos Estratégicos do fórum político regional.

    Na conferência, que contou com a presença dos ministros da Defesa de nove dos 12 países da Unasul, “ficou claro que todos coincidem que o sistema de segurança da OEA está defasado”, ressaltou o anfitrião argentino, Arturo Puricelli, em entrevista coletiva.

    É preciso “uma doutrina de Segurança e Defesa da América do Sul para a América do Sul”, declarou o ministro da Defesa brasileiro, Nelson Jobim, em referência à necessidade de criar “estruturas de dissuasão” para proteger a região.

    Puricelli comentou que a Unasul aponta também “uma revisão” de “todas” as instituições de Defesa da Organização dos Estados Americanos (OEA), como o Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR).

    “Queremos organizar uma conferência da OEA para adequar estes instrumentos, pois o sistema interamericano já não responde às necessidades sul-americanas”, disse o ministro argentino.
    Durante a conferência de inauguração do Centro de Estudos Estratégicos da Defesa da Unasul, ministros e especialistas investiram direta e indiretamente contra as doutrinas de segurança dos Estados Unidos e as potências européias e, coincidiram que o fim dos recursos naturais, o aumento da população, a mudança climática e a política de ações militares “extraterritoriais” dos EUA e seus aliados são algumas das “ameaças” sobre a América do Sul.

    O grupo também mostrou suas diferenças sobre as diretrizes que deveria ter a doutrina de segurança e defesa dos “enormes recursos naturais” que possui América do Sul, “a região mais pacífica do mundo”, como destacou Jobim.

    Entre outras “imensas riquezas”, América do Sul possui 25% das terras cultiváveis para agricultura, uma proporção similar de reservas de água potável e 40% da biodiversidade “que é preciso defender respeitando a soberania de cada um”, assinalou o ministro brasileiro.
    Mas todos os ministros coincidiram que as divergências não impedirão os consensos, porque a Unasul “se demonstrou capaz” de “vencer momentos de maus entendidos e grandes discórdias” entre seus membros “em prol do bem comum”, como disse a secretária-geral, a ex-chanceler colombiana María Emma Mejía.

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    Carta de um “negro revoltoso”, Henrique Dias, ao corsário Maurício de Nassau

    Senhores holandeses: Saibam vossas mercês, tenho poucas letras e muita espada. Respondo sempre, e minhas respostas são sempre dadas. Vossas mercês podem senti-las no cheiro de pólvora do meu bacamarte.
    Meu camarada Camarão não está aqui, porém, eu respondo por ele.

    Saibam vossas mercês, que Pernambuco é pátria dele e minha, e já não podemos suportar a ausência dela. Aqui haveremos de perder as vidas ou haveremos de deitar vossa mercês fora dela; e ainda que o governador-geral, e sua majestade mesmo, nos mandem retirar, primeiro que o façamos, lhe haveremos de responder e dar as razões que temos para não desistir desta guerra.

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    O lamento de um “príncipe” vencido

    – Perdemos a guerra. A vitória coube aos pernambucanos. Terão uma pátria. Um negro analfabeto e um bugre já conhecem o significado deste nome. Eu, um príncipe de sangue, careço desse conforto. Fiz de mim um corsário. Um soldado de armas e brasão vendidos ao uma companhia de comerciantes incumbida de saquear e sugar até a exaustão uma terra defendida por quem luta pelo direito de nela deitar suas raízes.

    Foi essa ancestral e arraigada idéia de pátria, insuperavelmente bela, que arruinou meus projetos de uma Cidade Maurícia livre e universal. Uma nova Amsterdam!

    – Venceu o modo antigo, Até, ou sobretudo, dentro de mim mesmo. A semente dos Albuquerque frutificou. Ele perderam suas terras e suas fazendas, mas criaram uma pátria para seus descendentes mamelucos.

    (Maurício de Nassau / 1648)

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    “Mas, se ergues da justiça a clava forte, verás que um filho teu não foge à luta! Nem teme, quem te adora, a própria morte, terra adorada. Entre outras mil, és tu Brasil, oh Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!”

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