Arquivo de 06/12/2012

Moradia popular para os camponesesApós o compromisso do Ministério das Cidades em facilitar o acesso de famílias camponesas ao Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), o Movimento Camponês Popular (MCP) desocupou as 13 agências da Caixa Econômica Federal, na tarde desta terça-feira (4). De acordo com o MCP, houve avanços na pauta de reivindicações e, por isso, decidiu-se encerrar o movimento. A facilitação do acesso ao PNHR se dará às famílias camponesas que tenham problema na documentação da terra.

O deputado Mauro Rubem, Presidente da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa (CDH), comemorou a decisão. “Este será um primeiro de muitos passos que precisam ser dados para a democratização da terra no Brasil e em Goiás.”

“O acordo sinaliza a desburocratização do programa, exigência reivindicada como pauta comum dos movimentos sociais do campo.” O Ministro das Cidades, Aguinaldo Velloso Ribeiro, garantiu ainda a publicação de portaria autorizando posseiros de terras particulares a acessarem o PNHR, cumprindo assim uma promessa feita em fevereiro.

“Quase todos os povos do campo serão beneficiados pelo programa”, enfatizou o Movimento Camponês Popular. O MCP considera que “o PNHR avançou muito ao longo dos anos, mas que é necessária pressão social para que as famílias mais pobres, que enfrentam problemas para a documentação das terras, sejam incluídas no programa”.

FERNANDA ODILLA
DE BRASÍLIA

Enquanto governadores e prefeitos pleiteiam o uso dos royalties das novas áreas de petróleo em projetos de “conhecimento”, a presidente Dilma Rousseff insiste que os recursos sejam usados em educação básica.

Na manhã desta quarta-feira (5), Dilma afirmou que destinou as receitas do petróleo para serem usados em creches, alfabetização em idade certa e educação em tempo integral. Ela disse que as crianças devem estudar no segundo turno não apenas artes e esportes como também matemática, português, ciências e línguas.

“Não tem tecnologia, ciência, inovação sem educação de qualidade nesse país”, disse Dilma a uma plateia de empresários, durante Encontro Nacional da Indústria, em Brasília.

A fala de Dilma pode ser interpretada como um recado claro aos deputados e senadores que planejam alterar o texto da Medida Provisória que destina para a educação 100% dos royalties de novas áreas do petróleo, além de 50% do Fundo Social, uma espécie de poupança dos recursos do pré-sal.

O texto já está em vigor, mas, para virar lei, precisa ser aprovado pelo Congresso em 60 dias.

Entre os defensores de aplicar as receitas do petróleo em “conhecimento” está o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande. Ele afirma que os recursos podem ser usados em capacitação profissional e pesquisa, além da educação básica.

No discurso, Dilma afirmou que “nenhum país chegou a ser competitivo e desenvolvido sem estar ancorado na educação”. “Nada que gastarmos em educação é gasto, tudo é investimento para o presente e poupança do futuro”, disse a presidente.

Jornal Flit Paralisante

Clique para visitar o post original05/12/2012-06h00EM SÃO PAULO DE SÃO PAULO DO “AGORA”

Dia 10 de fevereiro de 2011, Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, interior de São Paulo, 16h51: começa conferência telefônica via celular envolvendo dois presos e três criminosos nas ruas, que continuaria por mais nove horas e 38 minutos seguidos.

A conversa seria interrompida e retomada depois, chegando a 12 horas e um minuto de discussões pelo grupo.

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