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Diego Abreu

Publicação: 18/08/2010 14:31 Atualização: 18/08/2010 15:31

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, afirmou na tarde desta quarta-feira (18/8) que o atentado sofrido pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE), Luiz Mendonça, preocupa a todo o poder judiciário. Segundo ele, providências já estão sendo tomadas para esclarecer o mais rapidamente possível os motivos e a autoria dos disparos, que deixaram Mendonça ferido.

Lewandowski conversou por telefone com o presidente do TRE, que disse ter sido atingido de raspão e que, ainda, há fragamentos de bala em seu corpo. Mendonça afirmou que passa bem.  “Ele me contou que foram mais de trinta tiros de diversos calibres, inclusive de escopeta. O desembargador abaixou no carro e escapou por milagre”, afirmou Lewandowsky. Segundo ele, Luiz Mendonça contou que até planeja vir a Brasília para reunião dos presidente dos TREs na sexta-feira (20/8).

O ministro cogita reforçar a segurança de todos os juízes que atuam nestas eleições para evitar incidentes como os de hoje. De acordo com Lewandowski, nenhuma hipótese pode ser descartada sobre o crime, que, segundo ele, pode sim ter motivação eleitoral.

Lewandowski disse que as informações a respeito do estado de saúde do motorista do carro onde estava o desembragador são conflitantes. O próprio ministro admitiu não ter a notícia correta sobre se o motorista teria morrido ou não.

O presidente do TSE entrou em contato por telefone com o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, com o diretor da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, e com autoridades de Sergipe para garantir todas as condições de segurança e de uma investigação rápida do crime. Segundo ele, o atentado não vai inibir a atuação dos juízes neste momento eleitoral.

Depois da entrevista coletiva concedida no começo da tarde, Lewandowski embarcou para Aracaju, para verificar de perto a situação. Por causa do atentado, a sessão plenária do TSE desta noite foi cancelada.

Fonte: Correio Braziliense

Andrea Vaz
Direto de Aracaju

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE), desembargador Luiz Mendonça, e o motorista dele, o cabo Jailton Batista, sofreram um atentado a tiros enquanto passavam pelas avenidas Beira Mar e Silvio Teixeira, zona sul de Aracaju. Mendonça foi atingido por um tiro de raspão no ombro e não corre risco de vida. O estado de saúde do motorista é gravíssimo. Ele está sendo atendido no Hospital de Urgência de Sergipe – HUSE.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, Mendonça foi encaminhado para o Hospital São Lucas. De acordo com a SSP, um carro teria encostado na via e cerca de quatro homens dispararam tiros de pistola no presidente do TRE e no motorista. O militar foi submetido a uma tomografia, no Hospital Renascença, e neste momento passa uma cirurgia, realizada pela melhor equipe de neurocirurgiões do Estado, no HUSE. Dr.

As vítimas trafegavam em um Fiat Línea preto de placa oficial PJ 07 quando os homens, que estavam dentro de um Honda Fit prata, dispararam mais de 30 tiros, como contaram testemunhas.

A polícia fechou o cerco a procura dos pistoleiros. Neste momento, blitz estão sendo realizadas em vários pontos de Aracaju com o objetivo de capturar os crimosos. Tanto no Terminal Rodoviário, quanto nas entradas e saídas da capital, policiais estão a procura dos autores dos disparos. Segundo informação, os criminosos estavam encapuzados e pretendiam matar o desembargador.

Apoio de magistrados
A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e a Associação dos Magistrados de Sergipe (Amase) divulgaram nota para repudiar o atentado contra o desembargador e manifestar solidarieade à família. A AMB e Amase cobram “rigor na apuração do caso” e anunciam que prestará todos os esforços para “auxiliar os órgãos competentes na elucidação dos fatos e responsabilização dos culpados”.

FONTE: Redação Terra

Dilma recebeu até agora de doação para campanha R$ 11,6 milhões, duas vezes o que o Presidente Lula obteve na campanha pela reeleição há quatro anos (R$ 5,7 milhões), de acordo com o balanço parcial de ambas as candidaturas. Serra registrou doações no valor de R$ 3,6 milhões, o equivalente a 2,76 o que foi arrecadado por Geraldo Alckmin (R$ 1,3 milhão).
A receita obtida por Serra até o início de agosto é semelhante à que foi registrada quando o tucano disputou o governo de São Paulo, há quatro anos.
Até a semana passada, a expectativa de dirigentes da campanha de Serra era terminar o primeiro mês de campanha com cerca de R$ 15 milhões. O montante equivale a 2% da previsão total de gastos da campanha, de R$ 180 milhões, disse o responsável pelo comitê financeiro da campanha de Serra, ex-ministro José Gregori.. A campanha tucana arrecadou R$ 3,6 milhões e gastou R$ 2,7 milhões.
O caixa da campanha presidencial de Serra é menor do que o de Marina Silva (PV), que registrou receita de R$ 4,65 milhões. O total recebido pelo tucano se aproxima ao que candidatos a governos estaduais informaram ao TSE, como Paulo Skaf (PSB), candidato ao governo de São Paulo, com 2% das intenções de voto (R$ 3,49 milhões) e o governador Antonio Anastasia (PSDB), que tenta a reeleição em Minas Gerais (R$ 3,09 milhões).
Entre os três principais candidatos , Marina Silva foi a única que forneceu detalhes sobre os financiadores. Segundo a assessoria da campanha, a senadora e postulante do PV foi financiada basicamente pelo sistema financeiro: 80% dos recursos vieram de pessoas jurídicas; destes, a maior parte veio de bancos.
O presidente do PT e coordenador da campanha de Dilma, José Eduardo Dutra, disse ontem que dos R$ 11,6 milhões arrecadados, R$ 10 milhões foram gastos. A maior parte foi destinada à TV (R$ 2 milhões). Marina previu gastos de R$ 90 milhões e recebeu 5,16%. Os gastos chegam a R$ 3,58 milhões.Informações do valor
 
Trabalho há muitos anos com uma pessoa com quem tenho não somente uma relação profissional, mas um carinho muito especial. Jamais assessoraria alguém com ideias e condutas com as quais não concordo. A minha amizade e intimidade com a deputada Maria do Rosário só faz aumentar meu respeito e admiração por essa guerreira, que coloca sempre o interesse coletivo acima de qualquer coisa. É preciso ter muita coragem para defender algumas causas nem sempre simpáticas à opinião pública, mas é necessário que alguém as faça, e a Rosário faz! Quando se fala equivocadamente que defender direitos humanos é defender bandido, ela assume a defesa dos direitos de todas as pessoas. Quando se fala que criança não vota, ela enfrenta criminosos para defender esses cidadãos que realmente não têm direito a voto, mas têm o direito a ter direitos, e merecem respeito. É uma pessoa que não se pauta pelo oportunismo eleitoral, mas pelas necessidades humanas.

É por isso que causa tanta indignação uma decisão descabida como a que foi tomada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul ontem. Tentar proibir uma pessoa honesta de se candidatar por conta de uma interpretação equivocada da legislação é uma afronta à democracia. E a decisão vem do mesmo TRE que liberou toda a máfia do Detran para se candidatar, que acha justo deputados fazerem a política do toma-lá-dá-cá  através de albergues, explorando o drama humano da saúde para ganhar votos.  Essa decisão é tão descabida que se compara a qualquer um de nós dever 40 reais para a Renner e ser condenado a 30 anos de cadeia. Pior, por uma dívida que não é sua, que é reconhecida por uma instituição e que a está pagando.

Mas não há de ser nada. Fomos formados na adversidade e ela nos fortalece. Temos a absoluta certeza que o Tribunal Superior Eleitoral reverterá esse absurdo e garantirá a verdade, mostrando quem está com a razão. E esse episódio só fortalece a convicção de que o nosso trabalho é necessário e não pode parar. Vamos reforçar as energias para a campanha e reeleger Maria do Rosário deputada com uma grande votação. Essa é a melhor resposta que as pessoas de bem desse estado darão, fazendo a verdadeira e esperada justiça.

A luta continua!

Falei!

NOTA PÚBLICA – A campanha continua!
Diante da decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em rejeitar as contas da Frente Popular da campanha de 2008 à prefeitura de Porto Alegre e em não homologar minha candidatura à deputada federal, venho a público manifestar:
1. Minha profunda indignação frente às decisões absolutamente injustas e que tolhem o direito de me candidatar e, assim, colocar a prova o meu trabalho frente à população gaúcha.
2. Informo que estou imediatamente recorrendo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde tenho plena confiança de que as decisões aqui tomadas serão revertidas.
3. A decisão de não homologar minha candidatura em decorrências da campanha de 2008 contraria o princípio da Lei 12.034/2009, que determina a aprovação das contas quando elas forem apresentadas regularmente. Não só apresentamos regularmente as contas, como reconhecemos a existência de dívidas que, assumidas pelo Partido dos Trabalhadores, estão sendo pagas ainda hoje. Irregular seria se não as reconhecêssemos formalmente e jogássemos tais débitos na informalidade. Por fazer o certo, por atender à Lei, estou sendo punida.
4. A decisão do TRE gaúcho contraria as decisões dos Tribunais Regionais Eleitorais do resto do país que, em sua totalidade, estão concedendo o direito de concorrer a candidatos ou candidatas em situação semelhante à minha.
5. Para qualquer parlamentar a pena máxima, capital, é o impedimento de disputar eleições. Traçando um paralelo, a punição contida na decisão do TRE do Rio Grande do Sul é tão desproporcional que se compara a hipótese de um cidadão que deve a algum comércio ser punido com 30 anos de cadeia.
6. Assistimos usualmente no país decisões de absolvição daqueles que abusaram do poder econômico em eleições. Mais que isso, o mesmo TRE gaúcho acaba de liberar por unanimidade para disputar as eleições os deputados que mantinham albergues. Eu, que representei uma campanha modesta, estou sendo punida de forma injusta, afinal as dívidas não são minhas, mas do partido, que as assumiu e negocia sua quitação.
7. Na certeza de contar com a reparação do TSE, informo que darei continuidade à minha campanha eleitoral. A democracia em nosso país foi duramente conquistada. Trabalho de forma séria e responsável em defesa daquilo que é justo e digno. É por isso que seguirei dialogando de forma muito honesta com a população gaúcha, prestando contas sobre a nossa atuação e apresentando minhas propostas para um novo mandato.
8. Nunca fiz política como forma de promoção pessoal. Ao contrário, minha atuação sempre se pautou por uma relação direta com as pessoas, dialogando e interagindo para construir conquistas coletivas. Esse trabalho encontra respaldo popular. É isso que me fortalece e me faz confiar na justiça para seguir em frente.
Porto Alegre, 03 de agosto de 2010.
Maria do Rosário
Deputada Federal