Posts Tagged ‘Caso de Polícia’

Repórter da revista Veja é flagrado em atividade criminosa contra mim

A culpa disso tudo é de Dilma, assim como Lula, por não editar uma lei para foder o PiG.O PiG Não tem escrúpulos. Os jornalistas do PiG são uns bandidos. Cadeia para esses safados!
ET:estou com dificuldade para postar em face de conserto mal feito no meu PC.
Depois de abandonar todos os critérios jornalísticos, a revista Veja, por meio de um de seus repórteres, também abriu mão da legalidade e, numa prática criminosa, tentou invadir o apartamento no qual costumeiramente me hospedo em um hotel de Brasília.

O ardil começou na tarde dessa quarta-feira (24/08), quando o jornalista Gustavo Nogueira Ribeiro, repórter da revista, se registrou na suíte 1607 do Hotel Nahoum, ao lado do quarto que tenho reservado. Alojado, sentiu-se à vontade para planejar seu próximo passo. Aproximou-se de uma camareira e, alegando estar hospedado no meu apartamento, simulou que havia perdido as chaves e pediu que a funcionária abrisse a porta.
O repórter não contava com a presteza da camareira, que não só resistiu às pressões como, imediatamente, informou à direção do hotel sobre a tentativa de invasão. Desmascarado, o infrator saiu às pressas do estabelecimento, sem fazer check out e dando calote na diária devida, ainda por cima. O hotel registrou a tentativa de violação de domicílio em boletim de ocorrência no 5º Distrito Policial.
A revista não parou por aí.
O jornalista voltou à carga. Fez-se passar por assessor da Prefeitura de Varginha, insistindo em deixar no meu quarto “documentos relevantes”. Disse que se chamava Roberto, mas utilizou o mesmo número de celular que constava da ficha de entrada que preencheu com seu verdadeiro nome. O golpe não funcionou porque minha assessoria estranhou o contato e não recebeu os tais “documentos”.
Os procedimentos da Veja se assemelham a escândalo recentemente denunciado na Inglaterra. O tablóide News of the World tinha como prática para apuração de notícias fazer escutas telefônicas ilegais. O jornal acabou fechado, seus proprietários respondem a processo, jornalistas foram demitidos e presos.
No meio da tarde da quinta-feira, depois de toda a movimentação criminosa do repórter Ribeiro para invadir meu apartamento, outro repórter da revista Veja entrou em contato com o argumento de estar apurando informações para uma reportagem sobre minhas atividades em Brasília.
Invasão de privacidade
O jornalista Daniel Pereira se achou no direito de invadir minha privacidade e meu direito de encontrar com quem quiser e, com a pauta pronta e manipulada, encaminhou perguntas por e-mail já em forma de respostas para praticar, mais uma vez, o antijornalismo e criar um factóide. Pereira fez três perguntas:
1 – Quando está em Brasília, o ex-ministro José Dirceu recebe agentes públicos – ministros, parlamentares, dirigentes de estatais – num hotel. Sobre o que conversam? Demandas empresariais? Votações no Congresso? Articulações políticas?
2 – Geralmente, de quem parte o convite para o encontro – do ex-ministro ou dos interlocutores?
3 – Com quais ministros do governo Dilma o ex-ministro José Dirceu conversou de forma reservada no hotel? Qual o assunto da conversa?
Preparação de uma farsa
Soube, por diversas fontes, que outras pessoas ligadas ao PT e ao governo foram procuradas e questionadas sobre suas relações comigo. Está evidente a preparação de uma farsa, incluindo recurso à ilegalidade, para novo ataque da revista contra minha honra e meus direitos.
Deixei o governo, não sou mais parlamentar. Sou cidadão brasileiro, militante político e dirigente partidário. Essas atribuições me concedem o dever e a legitimidade de receber companheiros e amigos, ocupem ou não cargos públicos, onde quer que seja, sem precisar dar satisfações à Veja acerca de minhas atividades. Essa revista notoriamente se transformou em um antro de práticas antidemocráticas, a serviço das forças conservadoras mais venais.
Extraído do Terror do Nordeste via OLHOS DO SERTÃO

DO RIO

A Secretaria de Segurança do Rio não aponta elo entre a derrota dos traficantes no Complexo do Alemão e o fortalecimento das milícias. Mas a retomada do morro, chamado pelo secretário José Mariano Beltrame de “coração do mal”, mostra o narcotráfico vulnerável, enquanto os milicianos têm avançado no crime organizado.

Para o antropólogo Luiz Eduardo Soares, coordenador de Segurança, Justiça e Cidadania no governo Anthony Garotinho (1999 a março de 2000) e secretário nacional de Segurança Pública no governo Lula (2003), “o tráfico, no modelo que se firmou no Rio, é uma realidade em franco declínio”.

Ele é coautor de “Elite da Tropa 2”, que tem como foco o avanço dos milicianos (policiais, bombeiros e agentes penitenciários que cobram taxa de moradores em troca de suposta proteção).

Em um texto publicado em seu blog, Soares afirma que “a polaridade referida na pergunta (polícias versus tráfico) esconde o verdadeiro problema: não existe a polaridade. Construí-la -isto é, separar bandido e polícia; distinguir crime e polícia- teria de ser a meta mais importante e urgente de qualquer política de segurança digna desse nome. Não há nenhuma modalidade importante de ação criminal no Rio de que segmentos policiais corruptos estejam ausentes”.

  Editoria de Arte/Editoria de Arte/Folhapress  

Segundo ele, o tráfico é incapaz de competir com milicianos, pois estes ganham com drogas e com muitas outras atividades, como gás e TV a cabo clandestina. “O modelo do tráfico armado, sustentado em domínio territorial, é atrasado, antieconômico: custa caro manter um exército, recrutar neófitos, armá-los (nada disso é necessário às milícias, posto que são policiais)”, acrescenta o antropólogo.

Delegado da Polícia Civil que está à frente do combate às milícias, Cláudio Ferraz, coautor de “Elite da Tropa 2”, endossa: “Os milicianos não têm investimento, só cobrança [de dinheiro]”. Ferraz diz que os “cuidados devem ser constantes” para evitar que as milícias ocupem território.

Até a operação no Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro, das 1.006 favelas do Rio, as milícias dominavam 41,5%; o tráfico, 55,9%; e as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), 2,6%, segundo dados do Nupevi (Núcleo de Pesquisas das Violências da Uerj). Implantadas pelo governador Sérgio Cabral (PMDB), as UPPs teriam motivado os recentes ataques.

“As milícias continuam crescendo. O que elas perderam foi representatividade política e aceitação pública”, diz o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), que presidiu a CPI das Milícias em 2008, referindo-se às prisões do vereador Jerônimo Guimarães, então no PMDB, em 2007, e do deputado estadual Natalino Guimarães (ex-DEM), em 2008.

sábado, 6 de novembro de 2010

FOLHAGERAL

Sem alívio

Tudo indica que o relatório da CEI do Asfalto, que deverá ser lido na sessão da próxima segunda-feira, apontará o secretário de Obras, Antonio Marcos Miranda, como responsável pela má qualidade do recape realizado pela Prefeitura em algumas ruas da cidade. Mas o secretário Miranda não vai estar sozinho nessa parada: o relator da CEI, vereador José Roberto Favaro (PSDB), deverá atribuir alguma responsabilidade também ao prefeito Humberto Parini. O chefe de gabinete do prefeito, Léo Huber, e o prefeito em exercício, Clóvis Viola, bem que tentaram mudar o final dessa história, mas, pelo menos até ontem, não haviam conseguido convencer Jota Erre a aliviar a barra de Parini.

Como????
A alta direção do PSDB diz que o candidato a presidência derrotado José Serra continuará na ativa. Que ativa? Um candidato que não ganhou em um município sequer nos estados de Pernambuco, Maranhão e Amapá no segundo turno, quer o quê? Colocar o pijama e cuidar dos netos.
Novela
O vereador Emerson Pereira, de Voutporanga, chamou a atenção de seus colegas e da imprensa durante a sessão de quarta-feira (3). Ele apresentou uma moção de repúdio contra o DER – Departamento de Estradas de Rodagem – por causa da duplicação da rodovia Euclides da Cunha (SP-320), que ainda não começou. Ele justificou, que se baseou nas notícias veiculadas pela imprensa. “Virou uma novela”, afirmou Emerson.
Descuidados.
Na sexta-feira, por volta das 19 horas, na rua Rubião Meira, defronte ao posto de combustível ali existente, à frente seguida o caminhão coletor de lixo. Os garis, claro recolhiam o lixo. Nada demais se não fosse por dois lances que está se tornando comum. Um deles após jogar o conteúdo do recepiente de plástico na caçamba, arremessou o dito cujo sem olhar, que caiu no meio da rua. Poderia ter atingido um veículo ou uma pessoa. Infelizmente ele não voltou para recolher o recepeinte. O outro gari foi jogar uma sacola plástica com lixo na caçamba, errou e sujeira esparramou pela rua. Tudo pela pressa.
CEI da Merenda.
Os vereadores Rivelino Rodrigues (PPS) e Osmar Rezende (PMDB), que são aliados do prefeito Parini, já manifestaram a intenção de não participar da CEI da Merenda Escolar, a ser instalada nos próximos dias. Como o presidente da Câmara, Luís Especiato (PT), está impedido por força do cargo de participar de CEIs, sobram apenas os vereadores Claudir Aranda (PDT) e Pérola Cardoso (PT) para serem indicados como representantes da base de apoio do prefeito. Os mais afoitos poderão dizer que Claudir também estaria impedido, já que sua mulher, Simone Aranda, é funcionária da Secretaria de Educação. Mas a esposa do vereador não tem nada a ver com as estórias que rondam a merenda escolar.
Tatinha, nem pensar.
Em reunião com os vereadores Salatiel de Oliveira (DEM) e Sérgio Nishimoto (PTB), quando tentaram convencê-los a retirar as assinaturas do requerimento para abertura da CEI, o prefeito Humberto Parini e o presidente da Câmara, Luís Especiato, teriam dito que a vereadora Tatinha não seria indicada pelo PT para integrar a Comissão. No entanto, para desassossego de ambos, cogita-se a possibilidade de Tatinha ser indicada por algum outro partido. Caso a petista não queira participar das investigações, o nome de Luís Henrique Macetão seria o próximo da lista
Ganhou de novo
A candidata Dilma Rousseff, venceu também no segundo turno em Urânia. A duas vitórias da petista Dilma sobre o tucano José Serra naquele município foram creditadas ao vereador Orlando Vieira, do PT, e companheiros, que se empenharam em prol da presidenta eleita, vencendo os poderosos e ditos imbatíveis tucanos uranienses. Ao que parece os tucanos de lá estão perdendo o fôlego.
Na polícia
As obras de “revitalização” do centro comercial da cidade viraram caso de polícia. O secretário de Obras, Antonio Marcos Miranda, teria registrado um Boletim de Ocorrências contra um dos donos da Construtora Miranda e Alves Ltda, responsável por aquela mal-falada repaginação. O motivo do BO: segundo Miranda, a empreiteira estaria comercializando as pedras “petit pavê” que estão sendo retiradas do centro, sem autorização da Prefeitura. A polícia já teria descoberto o nome do comprador das pedras, mas, ao que parece, o autor da denúncia resolveu botar uma pedra sobre o assunto.
Saindo de campo
Falando em Miranda, dizem que ele já está com seu pedido de exoneração devidamente rascunhado. Caso se confirmem os boatos, essa será a terceira baixa no secretariado de Humberto Parini em menos de quinze dias. Antes de Miranda, pediram o boné o chefe de gabinete da Educação, Valdir Cardoso, e a secretária de Agricultura, Gláucia Alvarez Tonin. Informações pouco confiáveis dão conta de que pelo menos dois outros membros da administração Parini estariam pensando em largar o osso.
Pode sair
Comentaram lá no botequim da vila que o provedor da Santa Casa de Jales, José Devanir Rodrigues, deverá deixar o cargo no final do ano. As raposas disseram que há uma grande preocupação entre os funcionários caso isso aconteça.
Mais de 1
Nesta quarta-feira, 3 de novembro, a Secretaria Estadual da Fazenda repassou aos cofres municipais a importância de R$ 140.788,05, da última parcela de tributos referente ao mês de outubro. As parcelas são repassadas a cada seis dias. No dia 5 de outubro foi repassado R$ 204.724,62, no dia 13 de outubro R$353.194,43, no dia 19 de outubro 98.413,06 e no dia 26 de outubroR$ 219.936,01, totalizando R$ 876.268,14. Com a parcela repassada no último dia 3, o município de Jales recebeu R$ 1.017.056, 19, somente em tributos sem computar os tributos federais e convênios estaduais e federais.