Posts Tagged ‘Cremilda Teixeira de Olho na Escola’

A Rederecord no programa SP Record apresenta a conduta da Policia Militar na escola pública do Rio de Janeiro que está dando certo.

Certo para quem ????

A Policia entra na escola em grupos. Entram na sala de aula, brincam com os alunos, colocam a boina na cabeça deles que riem satisfeitos. Ganham a confiança dos alunos que contam então, o que se passa na escola e fora dela. Alunos pequenos, ensino fundamental, que adolescente não entra nessa de caguetar morador para a policia.

A lei do silêncio é imperativa em comunidades pobres e periferia, é a lei da sobrevivência. Os moradores sabem quem é bandido e onde tem ponto de venda de droga. Para garantir a sobrevivência e evitar vingança, ninguém fala nada. Criança também sabe. Seduzida pela policia e pela professora e para agradar, ela vai e conta o que sabe ????

A Record mostrou um monte de alunos pequenos, nessa situação. Se amanhã tiver ponto de droga detonado, bandido preso, quem garante que esse mesmo bandido nao vai dar um jeito de se vingar de quem o delatou ? Começarão a morrer crianças aos montes ? Quem se preocupa com elas ? Num pais que é o quinto que mais mata jovem no mundo, será dos primeiros em morte de criança ?

Afinal são apenas alunos de escola pública…Aluno pobre de periferia… O que dá um frio na espinha é pensar que a Policia Militar de São Paulo pode copiar a conduta e começar a entrar na escola de ensino fundamental e interrogar os alunos para descobrir o “que se passa ” na região onde o aluno mora. Tudo com as bênçãos da Rederecord de Televisão.

Hoje transformamos alunos pequenos de escola pública em informantes da polícia e amanhã ele será morador definitivo em qualquer vala comum de algum cemitério público. O desrespeito ao aluno de escola pública chegado ao extremo.

Escola corrupta, que não ensina nada, dá maus exemplos. Quando pensamos que a violência o desrespeito ao aluno de escola pública chegou ao limite, aparecem com mais uma. Quando pensamos que já vimos tudo em relação a violência contra aluno de escola pública, as autoridades aparecem com mais uma.

Cremilda Estella Teixeira – de olho na escola.

Temos insistido que a Cartilha NORMAS GERAIS DE CONDUTA ESCOLAR, é a cartilha dos Corvos.

– Autoriza a escola a violar as leis e criminaliza todo movimento do aluno dentro da escola.
– Autoriza a suspender aluno por até 10 dias e a transferi-lo compulsóriamente, medida ilegal que viola e afronta a Constituição Federal, o ECA, os Direitos Humanos e a Lei de Diretrizes e Bases.

A Cartilha tem quase quarenta ítens, mas a escola ainda consegue arrumar coisa pior, como suspender aluno sem comunicar os pais e transferi-lo sem quaisquer avisos. O aluno chega e a escola comunica que ele não estuda mais alí. Isso o Manuel Tertuliano denunciou várias vêzes que acontece muito na região de Parelheiros e Marcilac, zona sul de São Paulo, a região mais pobre do estado mais rico da nação.

Probido celular é o básico. Só que tem aluno que reclama que professor fica o tempo todo no celular.

Esse é um dos maiores problemas da escola pública. Regras exageradas rígidas para alunos e o que é proibido para o aluno é permitido para professor.

Tem, claro, essa não poderia faltar: A lei da morçada. O AI 5 da escola.

-Proibido desrespeitar, desacatar diretores, professores funcionários ou colaboradores da escola.

Tenho sempre colocado que desacatar é não acatar e que abusos os pais e alunos não devem acatar devem sim DESACATAR, denunciar e dar ampla publicidade da violência e do abuso cometido frequentemente pela equipe escolar.

O aluno não pode nada, mas o mais interessante vem das normas que os maus professores não cumprem:

-Apropriar-se de objeto que pertençam a outra pessoa, sem sua autorização ou sob ameças.

Gente, isso acontece sempre na escola. Professora se apodera de objeto de aluno com a desculpa que está atrapalhando a aula e não devolve.

– Ameaçar, intimidar ou agredir fisicamente qualquer membro da comunidade escolar.

Aluno olhou feio para qualquer pessoa da comunidade escolar e é tido como ameaça, o Governador já declarou pela Rede Globo que é para chamar a policia diante de qualquer atitude considerada anormal. Olhou feio para professor ou funcionário de maus bofes da escola é considerado ameaça.

O que mais me chamou a atenção foi : Proibido portar, consumir, distribuir, vender, bebidas alcóolicas e drogas lícitas e ilícitas no ambiente escolar.

ESTAMOS FALANDO DE UMA UNIDADE ESCOLAR DO ESTADO DE SÃO PAULO OU DE UM ANTRO?

Interessante, aluno não pode usar, distribuir ou vender droga dentro da escola ???

A escola deixa alunos ao Deus dará, sem aula e com muita repressão, uma mistura explosiva, que não dá certo mesmo.

UMA ESCOLA QUE NÃO ENSINA NADA E DÁ OS PIORES EXEMPLOS, JÁ É UMA DROGA E DA MAIS DANOSA. CUSTA CARO E DESEDUCA.

Contaram isso para o Secretário de Educação de S.Paulo ?

Ah…se resolver a gente podia usar isso na Cracolândia. Colocaria, placas em todos os pontos de venda de droga dizendo PROIBIDO

Essa excrescência que é a Cartilha de Normas Gerais de Conduta Escolar, só serviu mesmo para autorizar a escola a violar a lei e esvaziar a escola.

Cremilda Estella Teixeira – De olho na escola.

A Escola Estadual Luiz Gonzaga Righini, no bairro do Limão,SP, cometeu abusos e foi denunciada. Pensa que ela se abalou ? Imagina… nem voltou atrás no abuso e ainda
cometeu outros. Suspendeu duas classes do noturno, primeiro F e primeiro G.

Suspender aluno é crime. É violação de direito, suspender duas classes ao mesmo tempo é um absurdo. Aluno que comete qualquer ato de indisciplina tem que ser corrigido. Escola é direito de aluno garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Aluno tem direito ao acesso e permanência na escola. Líquido e certo.

Liguei para a escola e a funcionária informa que a diretora está falando com os pais sobre a suspensão. Quando eu afirmei que suspensão é ilegal ela informa que não. Que a escola faz a própria lei. Pior, é que é isso mesmo. Com a anuência da Secretaria de Educaçao. Escola pública não obedece a lei vigente no pais. Então é uma quadrilha?????

Quem não obedece a lei vigente no pais e faz lei paralela é quadrilha. Súcia, corja, bando. Uma escola jamais poderia desobedecer as leis. Que tipo de cidadão a escola pública de São Paulo está formando se ela não respeita a Leis de Diretrizes e Bases. Não respeita a Constituiçao Federal não respeita o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Denunciamos essa escola porque ela transferiu para o noturno uma classe de alunos da oitava série. Uma das mães desses alunos reclamou e acha arriscado seu filho de 14
anos estudar a noite. Toda uma classe que foi reprovada.

O aluno está fora da escola. E foi feito protocolizado documento ao Governador do Estado de São Paulo. Secretario de Educaçao de São Paulo. Conselho Estadual de São Paulo, Cogesp e Corregedoria Setorial de Educação.

Então supomos que essas autoridades, estão anuentes com os abusos que a Escola Luiz Gonzaga Righini comete. Essa escola fora da lei, não respeita a lei e cria leis a seu bel prazer. Se alguém tiver outro sinônimo para essa conduta, me avisa e eu refaço este texto.

Por enquanto, escola com essa conduta não tem professoes.É uma quadrilha, uma corja, súcia, corja. Quem não respeita a lei, é bandido. É marginal. Um educador jamais tomaria essa atitude. Um educador sabe a sua importância na formação do cidadão.

Que cidadão essa escola está formando ?

Por: Cremilda Estella Teixeira

ALUNO NÃO TEM DIREITO DE TER DIREITO.

A mãe chora diante da diretora, preocupada, sentindo-se culpada por seu filho de 14 anos ter sido reprovado na oitava séria. Sua mãe avó do aluno, estivera muito doente durante meses, e ela não pode acompanhar as lições de casa os trabalhos e ajudar seu filho, ele foi reprovado e transferido sem sua autorização para o horário noturno.

Aconteceu na ESCOLA ESTADUAL LUIZ GONZAGA RIGHINI, bairro do Limão em São Paulo.
Aquilo que todos sabemos. Se a mãe não ensinar em casa a escola não ensina, dá provas dificílimas e o aluno não aprende e nem passa de ano. O pior não ficou aí para essa mãe. A escola reprova os alunos da oitava série e os trasfere para o curso noturno, coisa que a mãe do aluno não quer. Ele tem 14 anos e ela não acha conveniente para ele estudar a noite com muitas classes de adultos . Justa preocupação.

A diretora não se comove com as lágrimas da mãe e confirma que o aluno vai estudar a noite e pronto. A mãe aflita ameaça procurar os seus direitos. A diretora olha para ela com ar de deboche e com sorriso de canto de boca deseja “boa sorte”. Na verdade a diretora sabe que direitos é coisa que aluno de escola pública não tem mesmo.

Lembrei de uma palestra na OAB, onde o Dr. Evandro (xerife) Capano, fala que o maior de todos os direitos é o direito de ter direito. No caso de escola pública, pais e alunos, não tem nenhum direito. Nem o direito de ter direito.

Esse caso foi protocolado para o Governador do Estado de São Paulo, na Secretaria de Educação, Corregedoria Setorial de Educação e em todos órgãos criados na teoria para fazer fazer os direitos. Só que na escola pública de São Paulo, justiça é o direito do mais fortes.

Como o aluno é o elo mais fraco da corrente, direito ele não tem nenhum. O aluno está fora da escola . Sem direito de ter direito.

Por: Cremilda Estella Teixeira

Cremilda Teixeira

Uma faculdade não forma um educador. Ela forma um professor. Um educador nasce feito.
Educador é uma vocação. Um professor com vocação é um educador. Imaginemos um radialista formado na melhor escola de comunicação do mundo e que não goste de falar. Um engenheiro formado na melhor escola do mundo que não goste de cálculos. Um médico que não goste de ver sangue.
Nenhuma função triunfa sem que haja a vocação. Exceto a profissão de professor. A profissão de professor é a segunda melhor avaliada pelo povo. Envolta num manto, no mito que professor é santo,  junta com a importância de sua função, mais a fraqueza dos últimos governantes a profissão mais importante do planeta se tornou inimputável.
A escola pública puxou a qualidade da escola particular para baixo e a violência e a corrupção para cima.
O único mecanismo que manteria a escola pública no patamar que ela merece não existe.
Ninguém ousa fiscalizar a escola e toda vez que um professor é acusado de algo sério tem a operação abafa, aparecem milhares de pessoas para defende-lo. Os poucos casos que chegam até a imprensa é a parte ínfima no cotidiano das escolas.
O caso do professor acusado de bullying e de comandar um espancamento de um aluno que segundo o professor rebolava feito bicha é um caso exemplar. Ao invéz se ser punido ele foi promovido e efetivado como Coordenador Pedagógico na E.E.Adelaide Ferraz de Oliveira zona leste de São Paulo. Casos como este contaminaram a rede e inverteram valores importantes na escola pública.
O governo paga mal os professores temporarios que seguram a escola nas costas. Verdade. Sem vínculo eles trabalham além do limite da resistência para manter o emprego enquanto milhares de felizardos concursados ganham sem fazer nada quando não se aboletam em algum gabinete onde ficam esperando a aposentadoria.
Temos verba suficiente para termos uma escola de primeiro mundo. Verba que não chega nem nos alunos e nem nos professores que trabalham.
Concurso público não é garantia que o professor será um educador, uma vez que o concurso avalia o conhecimento do professor e não avalia o seu talento.
Provinhas, provas e provões também não.
Um professor que está cursando ou terminou o curso superior,  já está avaliado pela faculdade onde faz ou fez o curso.
O que precisa mesmo é a avaliação continua desse professor na sala de aula.
Não adianta ter um monte de títulos e cursos se não tiver vocação.
O professor tem que ser bem pago, mas tem que ser avaliado por quem usa os seus servços.
Quem sabe qual o professor que ensina bem, qual o professor que dá bons exemplos e respeita a todos é o aluno e seu pai. Justamente os alijados do processo de avaliação do professor.
O pai que reclamar de um professor pode ter certeza que seu filho caiu em desgraça e tudo que acontecer na escola, de ruim é culpa do seu filho….
Então vem mais uma prova domingo para avaliar o conhecimento do professor temporário que ganha sete reais por aula.
Nessa prova pede-se conhecimento de nível doutorando na matéria, para professores que nem sequer terminaram a faculdade.
A escola tem apostila que ampara e ajuda o professor a elaborar aula. Ponto. Palmas. O professor criativo enriquece aquela aula do jeito que ele quer.
Nenhuma diretora vai impedir o professor de dar uma aula criativa nem que acrescentou dados da apostila que tem que seguir. Ele fica desistimulado, quando vai ganhar uma merreca ao lado de professor concursado e imexivel que enrola e ganha dez vêzes mais que ele. Amanhã esse educador sonhador, faz o concurso e se encosta apodrecido pelo sistema e espera a aposentadoria sem fazer nada.
Não basta ter o domínio da matéria que vai ensinar. O Secretário de Educação quer que os temporários saibam o mesmo que um doutor na matéria.
Não se preocupa se o professor sabe ensinar, se é um educador, se a sua jornada de trabalho é cruel e desumana
Não se preocupa com o enorme contingente de concursados que não fazem nada.
Não se preocupa em criar um mecanismo onde os pais denunciem os abusos.
Não se preocupa em dar uma olhadinha de leve na folha de pagamento para ver quantos estão fora da escola ou de licença médica. Muitos estão de licença no estado e trabalhando fora. Estão doentes para a escola pública mas estão saudáveis para a escola particular ou para passearem nos shoppins da vida. Outros estão trabalhando doentes.
Então é hora de fazer uma reflexão. Hora de ouvir quem paga a conta e usa o serviço
Hora de criar uma Ouvidoria dos pais.  Todos ganharemos com isso