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Nas últimas duas décadas, entre todos os países do mundo, o Brasil foi o que registrou o aumento mais rápido no nível educacional médio da força de trabalho, de acordo com levantamento do Banco Mundial. Em 1990, os trabalhadores tinham, em média, 5,6 anos de estudo. Hoje, a média é de 7,2 anos. O nível de evolução no crescimento educacional dos brasileiros ficou à frente até mesmo dos chineses, que detinham esse recorde nas décadas anteriores.

O Banco Mundial indica que, em 1993, perto de 70% da população ocupada entre 26 e 30 anos tinha menos de 11 anos de escolaridade. Em 2010, esta taxa é de 40%.

Acelerar o ritmo – O relatório reconhece “progressos notáveis” na educação básica brasileira nos últimos 15 anos, mas ressalta que o país precisa acelerar o ritmo se não quiser perder espaço no mercado global para países com populações mais preparadas para o trabalho. O caminho para a evolução educacional, de acordo com os técnicos, é melhorar a qualidade do ensino médio; investir pesado na educação infantil; aprimorar a qualidade dos professores e aproveitar de maneira adequada os gastos públicos.

Ineficiência – O estudo aponta que o gasto público brasileiro não está “produzindo os resultados esperados”. Os dados mais recentes, de 2009, mostram que o país investe hoje 5% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação, patamar acima do verificado nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). O Brasil também gasta mais do que México, Chile, Índia e Indonésia, que têm perfil demográfico semelhante. Contudo, investe em média seis vezes maisem um estudante do ensino superior que no aluno da educação básica. Na OCDE, esta proporção é de dois para um. A má administração das verbas e a corrupçãotambém são apontadas como causas da ineficiência dos gastos educacionais.

Em relação à qualificação dos professores, o Banco Mundial elogiou as políticas públicas que concedem bônus no salário dos professores bem avaliados, já implantadas em São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco e pela prefeitura do Rio de Janeiro.

Elogios ao Ideb – O Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) e a Prova Brasil também foram bastante elogiados no relatório. Na opinião dos técnicos do Banco Mundial, o Ideb “é superior ao sistema usado atualmente nos Estados Unidos e em outros países da OCDE, no quesito de avaliar a educação em quantidade, relevância e qualidade de informações que provêm sobre as performances dos estudantes e das escolas”. Para eles, “nenhum outro grande país com regime federativo no mundo conseguiu esse feito”.

Fonte: Brasília Confidencial

 

Paulo Renato e Di Genio: o ministro e o quase-ministro da Educação do FHC

 
O Conversa Afiada reproduz e-mail do amigo navegante Stanley Burburinho, o reparador de iniquidades (quem será Stanley Burburinho ?):

@stanleyburburin
Sobre o Haddad tenho algumas informações:

O Método TRI: “ONU: metodologia aplicada no ENEM garante isonomia mesmo que prova seja reaplicada” – <a href="http://migre.me/2anXJ&quot;

Em 2004, o Enem foi aplicado na Febem pela primeira vez –

Por: Cremilda Estella Teixeira

Ulisses Guimarães dizia que a única semelhança entre “ser Bom” e “ser Besta” é a primeira letra das palavras. Só o “B” é a semelhança.
Queria saber o que ele acharia dos pais de escola pública se estivesse vivo e morasse em São Paulo.
Nós acreditamos nas notas do IDEB E DO SARESP, mesmo sabendo que os alunos fazem essas provas na escola onde as professoras que aplicam essas provas são as maiores interessadas em notas boas.
Não acreditamos em escola pública de excelência, pois é público e notório que são escolas excludentes. Os alunos recebem uma montanha de lições e trabalho para fazer em casa. Lições e matéria que não aprenderem na sala de aula, mas que caem nas provas. Então, os pais ensinam em casa; e a escola leva a fama de escola boa e forte.
Os pais fingem que acreditam que seus filhos estão em escola estadual que tira boa nota no IDEB, e que é uma boa escola.
Perto da Comunidade Jardim Colombo (zona oeste da Capital de SP), existe a Escola Estadual Adalgiza Segurado, escola que não tem cursos noturnos. Aliás, noventa por cento das escolas do primeiro ciclo, antiga do primeiro a quarta, não tem cursos noturnos…
Essa comunidade enorme, tem 600 crianças, adolescentes e jovens, que não concluíram o ensino fundamental. Levantamento feito há bastante tempo atrás; e nada mudou; senão, piorou.
A explicação da DIRETORIA DE ENSINO CENTRO OESTE é que falta demanda, e que a região está envelhecendo… Então tá… parece que as autoridades estão todas senis; e caducando por conveniência.
Essa escola da DIRETORIA DE ENSINO CENTRO OESTE é um exemplo… para não escrever que a maioria das escolas dessa diretoria, que tem alunos do primeiro ciclo, tem o horário noturno ocioso.
Seria escrever uma lista enorme.
Falamos da DIRETORIA DE ENSINO CENTRO OESTE, mas não é uma exceção. A desculpa é que muda.
Se estivesse vivo, o que Ulisses Guimarães falaria de nós, cidadãos Paulistas???
Somos Bons ou Bestas???