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Foto: DivulgaçãoO político Natan Donadon (PMDB-RO) poderá ser diplomado deputado federal. A decisão é do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que concedeu liminar para o político que foi condenado a 13 anos de prisão por peculato e formação de quadrilha e acabou sendo enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

Para o ministro, o Tribunal Superior Eleitoral teria transgredido a garantia fundamental da presunção de inocência ao campo dos direitos políticos ao barrar o registro do peemedebista, que foi o quinto candidato a deputado federal mais votado em Rondônia.

No dia 29 de outubro, Donadon foi condenado à prisão pelo STF por desviar mais de R$ 8 milhões entre 1995 e 1998 da Assembleia Legislativa de Rondônia. A decisão também determinava que ele repusesse R$ 1,6 milhão nos cofres públicos.

Redação SRZD | Nacional |

 do Brasília Confidencial

O senador eleito por Rondônia, Ivo Cassol (PP), um pregador religioso e mais seis pessoas são acusadas de abuso de poder político e econômico e uso indevido dos meios de comunicação social. O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu que o Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia abra investigação judicial contra Cassol que, assim, fica sob ameaça de cassação de seu mandato. A acusação do MPE se baseia nos fatos ocorridos durante um show evangélico comandado pelo “apóstolo” Valdomiro Santiago no município de Rolim de Moura. Durante sua pregação, Santiago definiu Cassol e outros candidatos presentes como “obra de Deus”, apelando atodos para que votassem neles. O culto foi transmitido por TV e internet, violando a legislação eleitoral.

Líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, Santiago fora advertido pelo MPE de que não seria permitida propaganda eleitoral mas descumpriu a recomendação. Para o pastor, o MPE pede multa de R$ 200 mil. Os outros acusados são os dois suplentes de Cassol, Reditário Cassol e Odacir Soares, o atual governador João Aparecido Cahulla (PPS), que disputava a reeleição, e seu candidato a vice-governador, Tiziu Jidalias, além de dois candidatos a deputado. Caso sejam condenados, todos podem ficar inelegíveis por oito anos.

Compra de votos – No Pará, a Procuradoria Regional Eleitoral acusou o deputado federal Wladimir Costa (PMDB) de compra de votos. Ele foi reeleito como o mais votado do Estado, somando 236 mil votos. A representação apresentada pelos procuradores ao TRE do Pará afirma que Costa oferecia cursos gratuitos de informática em troca da contribuição do aluno na hora da urna. Assessores do deputado informaram que Costa não foi notificado da denúncia e, por isso, ainda não se manifestara sobre a acusação.

Fonte: Brasília Confidencial