Archive for the ‘CONSELHO DE ESCOLA’ Category

ERICH DECAT
DE BRASÍLIA
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta terça-feira (16) proposta que cria o PNE (Plano Nacional de Educação) e estabelece 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a área de Educação.
A proposta, que tramita na Casa desde 2010, segue para votação no Senado.
Atualmente, União, Estados e municípios aplicam, juntos, cerca de 5% do PIB no setor. Em 2011, o PIB brasileiro somou R$ 4,143 trilhões. Se a lei já estivesse em vigor, a educação receberia R$ 414,3 bilhões.
De acordo com o texto aprovado, serão utilizados 50% dos recursos do pré-sal (incluídos os royalties) diretamente em educação para que, ao final de dez anos de vigência do PNE, seja atingido o percentual de 10% do PIB para o investimento no setor.
A União deverá promover um Fórum Nacional de Educação com o objetivo de acompanhar a execução do PNE e o cumprimento de suas metas. Caberá ainda aos gestores federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal a adoção das medidas governamentais necessárias ao atingimento das metas previstas no plano.
Entre os objetivos estabelecidos está o de universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 a 5 anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até 3 anos.
Também está na lista das metas a criação, no prazo de 2 anos, de planos de carreira para os profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e para o plano de carreira dos profissionais da educação básica pública. O piso salarial nacional profissional seria tomado como base.
Uma das estratégias definidas na proposta está a de fortalecer o acompanhamento e o monitoramento do acesso, da permanência e do aproveitamento escolar dos beneficiários de programas de transferência de renda, bem como das situações de discriminação, preconceitos e violências na escola, visando ao estabelecimento de condições adequadas para o sucesso escolar dos alunos.
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Fernando* estava na aula de artes e tinha acabado de terminar uma maquete sobre as pirâmides do Egito. Conversava com os amigos quando foi expulso da sala aos gritos de “demônio” e “filho do capeta”. Não tinha desrespeitado a professora nem deixado de fazer alguma tarefa. Seu pecado foi usar colares de contas por debaixo do uniforme, símbolos da sua religião, o candomblé. O fato de o menino, com então 13 anos, manifestar-se abertamente sobre sua crença provocou a ira de uma professora de português que era evangélica. Depois do episódio, ela proibiu Fernando de assistir às suas aulas e orientou outros alunos para que não falassem mais com o colega. O menino, aos poucos, perdeu a vontade de ir à escola. Naquele ano, ele foi reprovado e teve que mudar de colégio.
Quem conta a história é a mãe de Fernando, Andrea Ramito, que trabalha como caixa em uma loja. Segundo ela, o episódio modificou a personalidade do filho e deixou marcas também na trajetória escolar. “A autoestima ficou muito baixa, ele fez tratamento com psicólogo e queria se matar. Foi lastimável ver um filho sendo agredido verbalmente, fisicamente, sem você poder fazer nada. Mas o maior prejudicado foi ele que ficou muito revoltado e é assim até hoje”, diz.
Antes de levar o caso à Justiça, Andréa tentou resolver a situação ainda na escola, mas, segundo ela, a direção foi omissa em relação ao comportamento da professora. A mãe, então, decidiu procurar uma delegacia para registrar um boletim de ocorrência contra a docente. O caso aguarda julgamento no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Se for condenada, o mais provável é que a professora tenha a pena revertida em prestação de serviços à comunidade.
Já a Fundação de  Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro (Faetec), responsável pela unidade, abriu uma sindicância administrativa para avaliar o ocorrido, mas a investigação ainda não foi concluída. Por essa razão, a professora – que é servidora pública – ainda faz parte do quadro da instituição, “respeitando o amplo direito de defesa das partes envolvidas e o Estatuto dos Funcionários Públicos do Estado do Rio de Janeiro”, segundo nota enviada pelo órgão. A assessoria não informou, entretanto, se ela está trabalhando em sala de aula.
A história do estudante Fernando, atualmente com 16 anos, não é um fato isolado. A pesquisadora Denise Carrera conheceu casos parecidos de intolerância religiosa em escolas de pelo menos três estados – Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. A investigação será incluída em um relatório sobre educação e racismo no Brasil, ainda em fase de finalização.
“O que a gente observou é que a intolerância religiosa no Brasil se manifesta principalmente contra as pessoas vinculadas às religiões de matriz africana. Dessa forma, a gente entende que o problema está muito ligado ao desafio do enfrentamento do racismo, já que essas religiões historicamente foram demonizadas”, explica Denise, ligada à Plataforma de Direitos Humanos, Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (Dhesca Brasil), que reúne movimentos e organizações da sociedade civil.
Denise e sua equipe visitaram escolas de Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo. Ouviram de famílias, professores e entidades religiosas casos que vão desde humilhação até violência física contra alunos de determinadas religiões. E, muitas vezes, o agressor era um educador ou membro da equipe escolar.
“A gente observa um crescimento do número de professores ligados a determinadas denominações neopentecostais que compreendem que o seu fazer profissional deve ser um desdobramento do seu vínculo religioso. Ou seja, ele pensa o fazer profissional como parte da doutrinação, nessa perspectiva do proselitismo”, aponta a pesquisadora.
Alunos que são discriminados dentro da escola, por motivos religiosos, culturais ou sociais, têm o processo de aprendizagem comprometido. “Afeta a construção da autoestima positiva no ambiente escolar e isso mina o processo de aprendizagem porque ele se alimenta da afetividade, da capacidade de se reconhecer como alguém respeitado em um grupo. E, na medida em que você recebe tantos sinais de que sua crença religiosa é negativa e só faz o mal, essa autoafirmação fica muito difícil”, acredita Denise.
Para ela, a religião está presente na escola não só na disciplina de ensino religioso. “Há aqueles colégios em que se reza o Pai-Nosso na entrada, que param para fazer determinados rituais, cantar músicas religiosas. Criticamos isso no nosso relatório porque entendemos que a escola deve se constituir como um espaço laico que respeite a liberdade religiosa, mas não que propague um determinado credo ou constranja aqueles que não têm vínculo religioso algum”, diz.
*o nome foi alterado em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Edição: Juliana Andrade e Lílian Beraldo
Texto publicado originalmente no blog Maria da Penha Neles !

ACREDITE SE QUISER…

A mãe de um aluno de 13 anos recebe a queixa do filho, que a professora sempre batia nele. Vai à escola e é atendida pela professora com deboche. Claro a imprensa nem sequer cogita a idéia de reproduzir o que a professora falou para essa mãe. Ela, a mãe, então, agride a professora. A escola chama a policia, processa a mãe. Promove o bullying… joga os alunos da escola contra o aluno que apanhou da professora e foi levado para a diretoria. Os alunos, então, são incentivados pela escola e escrevem recados de apoio a professora. Depois disso fica mesmo impossível o aluno permanecer na escola.

Três violações de direitos: um de não ouvir a mãe com respeito; outro de espancar o aluno; e outro de colocar a escola contra o aluno. Colocar a escola contra o aluno é coisa fácil, por vários motivos. Até por medo um aluno pode ficar do lado da escola. Se não ficar do lado da escola, o aluno pode ser a próxima vitima: “se o inimigo é mais forte, junte-se a ele”.

A imprensa, então, divulga que a professora (“coitada, mansa, boazinha, educada”) leva o aluno para a diretoria com muita educação; e ele, então, mente para a mãe dizendo que apanhou da professora. Para a imprensa – e principalmente para a Ana Maria Braga da Globo, esmurrar aluno, ofender e debochar da mãe que vai reclamar é pouco, uma vez que no Egito aluno pode apanhar até com palmatória… Aqui no Brasil, os pais sempre recomendam aos filhos que respeitem os professores e todos na escola. Pena que a recíproca não é verdadeira.

Professor quer respeito, mas não quer respeitar. Professor quer espancar aluno, mas o aluno e nem sua mãe não podem reagir. Os pais não têm onde denunciar os abusos que a escola comete contra seus filhos. Alguns poucos pais resolvem fazer justiça com as próprias mãos, o que
é lamentável.

A palavra da escola é a que vale, mesmo sendo uma deslavada mentira. Esse é o exemplo que a escola dá. Assim se ensina as crianças na escola pública.

Alguém, em sã consciência, vai pensar que os alunos de Capão Redondo em São Paulo não captaram a idéia de que justiça é o direito do mais forte???

Esses alunos vão receber a aula de mentira e covardia. Esse tipo de escola que temos é a escola que não queremos. Para aprender esse tipo de lição, na rua mesmo o aluno aprende. Não precisa de escola. O que é bom e útil, a escola quase não ensina. Lições de covardia e mentira são muitas; e todos os dias.

A Ana Maria Braga, já começa seu programa contando de uma páis onde se
usa a palmatória. Já começou o programa com a mensagem subliminar.’”
olha, aí os professores do Brasil até que são bonzinhos, eles não usam
a palmatária”
Depois vem a pérola do dia(: A PROFESSORA EM SALTO DE PIRAPORA, SP,
QUE ESPANCAVA UMA ALUNA DE CINCO ANOS TODOS OS DIAS, A CHAMAVA DE SUJA
E QUE VIVIA NO CHIQUEIRO”.)Trasformada em vitima, coitadinha pela
Globo
A mãe um dia vai na porta da escola e dá uma surra na professora. Não
importa quem seja mãe e quais os seus erros passados. Era a mãe
defendendo de uma maneira ilegal a sua filha. Só que tão ilegal era a
professora espancar uma criança de 5 anos, continuadamente.ILEGAL E
COVARDE.
Pior ainda, essa mãe assim como todas as mães deste pais e deste
estado de São Paulo, não tem onde reclamar de uma professora que
espanca seus filhos.Daí justica o desespero e a justiça com as
próprias mãos.
Isso a Ana Maria Braga não aborda. Quando aborda é para santificar a
professora e demonizar os pais e alunos.
Essa conduta equivocaca da Globo que está inclusive fazendo campanha
salarial para os professores de escola pública, não ajudam em nada.
Claro que o sindicato dos professores entre eles os de São Paulo são
biliardários. Um deles de SP é o maior da América Latina, o mais rico
do Brasil e tem seu presidente de honra, suplente do Senador Suplicy.
Isso sem contar que 90 por cento dos deputados e senadores tem
parentes, amigos e apaniguados na escola pública. Um cabidão
espetacular. Escola pública é o lugar ideal para essas pessoas
privilegiadas. Nunca são cobradas, façam o que fizerem, terão ampla
defesa.
Ocorre que a Globo e a nossa imprensa não percebe é que sempre
protegendo o mau professor está desprotegendo os educadores, os pais e
sobretudo os alunos que são o FUTURO DO BRASIL.
Então por mais que pese, o fato de ter também a imprensa brasileira
com parentes aboletados na escola pública, precisam pensar que se
acabarem com a escola pública, vão acabar com tudo.
Estão jogando a água da bacia com a criança dentro.
Escola não está ensinando nada.
Será que a Ana Maria Braga imagina que fomentando a violência contra
alunos, defendendo os maus professores, sendo injusta e covarde vai
deixar um mundo melhor para seus descendentes ?
Essa é a cultura da injustiça, da covardia da corrupçao e da miséria.
Se a educação eleva um pais, a deseducação e a canalhice, fomenta a
corrupção e a injustiça
Todos nós pagaremos essa conta.
Dançaremos todos. COM A MAIS FEIA DO SALÃO…
O último apagará a luz quando acabar essa dança macabra que a Rede
Globo principalmente está patrocinando.

Cremilda Estella Teixeira - De olho na escola

A Rederecord no programa SP Record apresenta a conduta da Policia Militar na escola pública do Rio de Janeiro que está dando certo.

Certo para quem ????

A Policia entra na escola em grupos. Entram na sala de aula, brincam com os alunos, colocam a boina na cabeça deles que riem satisfeitos. Ganham a confiança dos alunos que contam então, o que se passa na escola e fora dela. Alunos pequenos, ensino fundamental, que adolescente não entra nessa de caguetar morador para a policia.

A lei do silêncio é imperativa em comunidades pobres e periferia, é a lei da sobrevivência. Os moradores sabem quem é bandido e onde tem ponto de venda de droga. Para garantir a sobrevivência e evitar vingança, ninguém fala nada. Criança também sabe. Seduzida pela policia e pela professora e para agradar, ela vai e conta o que sabe ????

A Record mostrou um monte de alunos pequenos, nessa situação. Se amanhã tiver ponto de droga detonado, bandido preso, quem garante que esse mesmo bandido nao vai dar um jeito de se vingar de quem o delatou ? Começarão a morrer crianças aos montes ? Quem se preocupa com elas ? Num pais que é o quinto que mais mata jovem no mundo, será dos primeiros em morte de criança ?

Afinal são apenas alunos de escola pública…Aluno pobre de periferia… O que dá um frio na espinha é pensar que a Policia Militar de São Paulo pode copiar a conduta e começar a entrar na escola de ensino fundamental e interrogar os alunos para descobrir o “que se passa ” na região onde o aluno mora. Tudo com as bênçãos da Rederecord de Televisão.

Hoje transformamos alunos pequenos de escola pública em informantes da polícia e amanhã ele será morador definitivo em qualquer vala comum de algum cemitério público. O desrespeito ao aluno de escola pública chegado ao extremo.

Escola corrupta, que não ensina nada, dá maus exemplos. Quando pensamos que a violência o desrespeito ao aluno de escola pública chegou ao limite, aparecem com mais uma. Quando pensamos que já vimos tudo em relação a violência contra aluno de escola pública, as autoridades aparecem com mais uma.

Cremilda Estella Teixeira – de olho na escola.

Temos insistido que a Cartilha NORMAS GERAIS DE CONDUTA ESCOLAR, é a cartilha dos Corvos.

– Autoriza a escola a violar as leis e criminaliza todo movimento do aluno dentro da escola.
– Autoriza a suspender aluno por até 10 dias e a transferi-lo compulsóriamente, medida ilegal que viola e afronta a Constituição Federal, o ECA, os Direitos Humanos e a Lei de Diretrizes e Bases.

A Cartilha tem quase quarenta ítens, mas a escola ainda consegue arrumar coisa pior, como suspender aluno sem comunicar os pais e transferi-lo sem quaisquer avisos. O aluno chega e a escola comunica que ele não estuda mais alí. Isso o Manuel Tertuliano denunciou várias vêzes que acontece muito na região de Parelheiros e Marcilac, zona sul de São Paulo, a região mais pobre do estado mais rico da nação.

Probido celular é o básico. Só que tem aluno que reclama que professor fica o tempo todo no celular.

Esse é um dos maiores problemas da escola pública. Regras exageradas rígidas para alunos e o que é proibido para o aluno é permitido para professor.

Tem, claro, essa não poderia faltar: A lei da morçada. O AI 5 da escola.

-Proibido desrespeitar, desacatar diretores, professores funcionários ou colaboradores da escola.

Tenho sempre colocado que desacatar é não acatar e que abusos os pais e alunos não devem acatar devem sim DESACATAR, denunciar e dar ampla publicidade da violência e do abuso cometido frequentemente pela equipe escolar.

O aluno não pode nada, mas o mais interessante vem das normas que os maus professores não cumprem:

-Apropriar-se de objeto que pertençam a outra pessoa, sem sua autorização ou sob ameças.

Gente, isso acontece sempre na escola. Professora se apodera de objeto de aluno com a desculpa que está atrapalhando a aula e não devolve.

– Ameaçar, intimidar ou agredir fisicamente qualquer membro da comunidade escolar.

Aluno olhou feio para qualquer pessoa da comunidade escolar e é tido como ameaça, o Governador já declarou pela Rede Globo que é para chamar a policia diante de qualquer atitude considerada anormal. Olhou feio para professor ou funcionário de maus bofes da escola é considerado ameaça.

O que mais me chamou a atenção foi : Proibido portar, consumir, distribuir, vender, bebidas alcóolicas e drogas lícitas e ilícitas no ambiente escolar.

ESTAMOS FALANDO DE UMA UNIDADE ESCOLAR DO ESTADO DE SÃO PAULO OU DE UM ANTRO?

Interessante, aluno não pode usar, distribuir ou vender droga dentro da escola ???

A escola deixa alunos ao Deus dará, sem aula e com muita repressão, uma mistura explosiva, que não dá certo mesmo.

UMA ESCOLA QUE NÃO ENSINA NADA E DÁ OS PIORES EXEMPLOS, JÁ É UMA DROGA E DA MAIS DANOSA. CUSTA CARO E DESEDUCA.

Contaram isso para o Secretário de Educação de S.Paulo ?

Ah…se resolver a gente podia usar isso na Cracolândia. Colocaria, placas em todos os pontos de venda de droga dizendo PROIBIDO

Essa excrescência que é a Cartilha de Normas Gerais de Conduta Escolar, só serviu mesmo para autorizar a escola a violar a lei e esvaziar a escola.

Cremilda Estella Teixeira – De olho na escola.

Maria Stella Calças

Edvaldo Santos

Alunos que não têm apostila têm de xerocar ou copiar à mão

A Secretaria Estadual de Educação culpou a direção das escolas pela falta de apostilas a alunos de Rio Preto, conforme mostrou reportagem publicada pelo Diário, no último dia 22. O Estado alega não ter sido comunicado da demanda causada pelos estudantes matriculados tardiamente, depois do prazo regulamentar.

Esse problema, segundo a pasta, explicaria parte do problema que faz com que, três meses depois do ano letivo, os alunos tenham ainda que xerocar ou copiar à mão os conteúdos do material. O problema é mais grave no ensino médio. A Diretoria Regional de Ensino, em Rio Preto, recebeu da secretaria determinação para fazer um levantamento e saber qual o déficit de apostilas.

A promessa é regularizar a situação até esta sexta-feira. Em nota, a assessoria de imprensa da pasta informou que a Coordenadoria de Ensino do Interior (CEI) e a Diretoria Regional de Ensino enviarão uma equipe de supervisores às escolas mencionadas na reportagem para apurar a conduta da direção das unidades com objetivo de “adotar as medidas cabíveis”.

A assessoria ressaltou ainda que, sobre a falta das apostilas, “a Secretaria de Estado da Educação não havia sido notificada até o momento e providenciará imediatamente o envio do material às instituições”. Além de não ter sido comunicada, a secretaria afirmou que teve problemas com o transporte para algumas escolas, fazendo com que turmas inteiras ficassem sem os cadernos.

Porém, não informou que problemas foram esses e nem quantas apostilas deixaram de ser entregues. A reportagem do Diário mostrou que pelo menos cinco escolas estaduais de Rio Preto estão com falta de material e faz com que uma parte fique sem ter como estudar em casa.

Matérias

Na escola José Felício Miziara, bairro Chácara Municipal, zona sul, por exemplo, faltam materiais de geografia, história, física, biologia, arte, sociologia, química e inglês para o segundo e terceiro anos do ensino médio. Segundo estudantes da escola Justino Jerry Faria, no Alto Rio Preto, duas das três turmas do primeiro ano do ensino médio estão sem apostilas de biologia, história, matemática, artes e educação física.

Segundo o Estado, as escolas estariam oferecendo xerox das apostilas aos alunos, porém, segundo os alunos, isso não está acontecendo. “Quem ficou sem, tem de xerocar. Mas a maioria não tem dinheiro, e fica sem ter como estudar em casa”, diz Pamela Barbosa, 17 anos, estudante do 3º ano do ensino médio da escola Justino Jerry Faria.

A Escola Estadual Luiz Gonzaga Righini, no bairro do Limão,SP, cometeu abusos e foi denunciada. Pensa que ela se abalou ? Imagina… nem voltou atrás no abuso e ainda
cometeu outros. Suspendeu duas classes do noturno, primeiro F e primeiro G.

Suspender aluno é crime. É violação de direito, suspender duas classes ao mesmo tempo é um absurdo. Aluno que comete qualquer ato de indisciplina tem que ser corrigido. Escola é direito de aluno garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Aluno tem direito ao acesso e permanência na escola. Líquido e certo.

Liguei para a escola e a funcionária informa que a diretora está falando com os pais sobre a suspensão. Quando eu afirmei que suspensão é ilegal ela informa que não. Que a escola faz a própria lei. Pior, é que é isso mesmo. Com a anuência da Secretaria de Educaçao. Escola pública não obedece a lei vigente no pais. Então é uma quadrilha?????

Quem não obedece a lei vigente no pais e faz lei paralela é quadrilha. Súcia, corja, bando. Uma escola jamais poderia desobedecer as leis. Que tipo de cidadão a escola pública de São Paulo está formando se ela não respeita a Leis de Diretrizes e Bases. Não respeita a Constituiçao Federal não respeita o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Denunciamos essa escola porque ela transferiu para o noturno uma classe de alunos da oitava série. Uma das mães desses alunos reclamou e acha arriscado seu filho de 14
anos estudar a noite. Toda uma classe que foi reprovada.

O aluno está fora da escola. E foi feito protocolizado documento ao Governador do Estado de São Paulo. Secretario de Educaçao de São Paulo. Conselho Estadual de São Paulo, Cogesp e Corregedoria Setorial de Educação.

Então supomos que essas autoridades, estão anuentes com os abusos que a Escola Luiz Gonzaga Righini comete. Essa escola fora da lei, não respeita a lei e cria leis a seu bel prazer. Se alguém tiver outro sinônimo para essa conduta, me avisa e eu refaço este texto.

Por enquanto, escola com essa conduta não tem professoes.É uma quadrilha, uma corja, súcia, corja. Quem não respeita a lei, é bandido. É marginal. Um educador jamais tomaria essa atitude. Um educador sabe a sua importância na formação do cidadão.

Que cidadão essa escola está formando ?

Por: Cremilda Estella Teixeira

As melhores escolas de São Paulo, são aquelas ditas de excelência. Em bairros melhores, as escolas excluem o aluno mais pobre logo na hora da matricula
Denunciamos uma vez a escola tida como a melhor escola de São Paulo A Escola Estadual Lucia Bueno de Castro, no Taboão da Serra. Essa escola estaria fazendo uma triagem dos pais. Seria feita uma espécie de investigaçao social. Os pais que passassem na triagem teriam que assinar um documento no qual se comprometiam e garantiam que as lições de casa e os trabalhos pedidos pelos professores seriam executados.
Então é isso aí.
Nas escolas de “excelência ” os pais ensinam em casa o que a escola não ensina na sala de aula.
Com o número exagerado de aula vaga, dia sem aula nenhuma, e aula medíocre, é quase impossivel a escola manter o programa por menor que fosse. O jeitinho brasileiro, juntando com a impunidade, achou a solução imoral. A escola joga para cima dos pais a responsabilidade, a sua responsabilidade.
Os pais de escola em bairros melhores, são pessoas com melhor instrução, ajudam seus filhos, pagam cursinhos particulares para reforço, pagam professoras particulares para uma ajudinha extra, tem computador em casa e assim ensinam em casa . A a escola apenas aplica provas dificílimas e fica com a fama de escola “forte” escola “boa” escola “puxada”.
Já o aluno de escola de periferia, não tem quem lhes ensine em casa e não pode pagar. Conta com a escola e está perdido. Essas escolas já sabem que o aluno não tem como aprender em casa, não passam lição mesmo. Sendo aluno pobre de periferia, fica fácil colocar nas costas dos pais deles o fracasso da escola.
Então parece lógico dizer que aluno de periferia é tão inteligente que aluno de escola de excelência, só não tem professora para ensinar. Parece lógico também que a imprensa não toque no assunto. Lógico que vende mais a notícia dizer que aluno de escola de periferia não quer nada com nada. Vende mais e até convence,dizer que a culpa da escola ruim é do aluno.
Agrada muita gente dizer que o professor de escola pública é o anjo abnegado, um heroi que enfrenta o risco diário de conviver com agressivos, criminisos em potencial.
Tanto que o goverrno Alckimin até criou a Ronda Escolar, a policia militar para defender o professor da violência do aluno.

Cremilda Estella Teixeira.


“Governo que não respeita a Defensoria Pública, não respeita os direitos da sua população!”

Acho que vou carregar uma lanterna imaginária na mão. Um filósofo da antiguidade carregava uma lantena na mão em busca de um homem honesto.
Eu estou de olho no programa eleitoral  procurando candidatos que realmente queiram fazer algo pela escola pública e pela educação no Estado de São Paulo e pelo Brasil.
Vem com as mesmas promessas de sempre.
Muitos com a cereja em cima do bolo podre.
As verbas que a escola pública são milionárias e as escolas miseráveis. Verba não chega no aluno que é lembrado apenas como desculpa para as verbas gordas.
O remédio todos sabemos que é a fiscalização.
Não fiscalizando o serviço e pagando o funcionário fazendo ou não fazendo o serviço, aquele que faz passa por trouxa e acaba não fazendo por conta da pressão de quem não faz.
Não ví ainda uma proposta para os pais.Falam de aluno,que é por conta dele que a verba sai.
Falam de salário de professor, e aumentando o salário do professor para qualquer quantia sem fiscalizar não resolve o problema da escola pública. O salário pode ser milionário: nos primeiros meses o professor vai se sentir contemplado, mas seu padrão de vida vai aumentando. O carro que era um popular passa a ser o mais caro, ele muda de casa e de habito e no final de poucos meses o salário altissimo fica baixo e ele vai começar a berrar atrás demais…A ganância do ser humano é insaciável e professor É UM SER HUMANO.
Projetos sem a participação dos pais para fiscalizar não dão em nada.
Os Conselhos de Escola são órgãos expúrios, onde os pais são sempre os mesmos e escolhidos pela direção da escola. Muitas vêzes Conselho de Escola se comportam como uma quadrilha : SE REUNEM PARA VIOLAR A LEI. Elaboram Regimentos Internos criminosos que violam a lei frontalmente e são homologados pelas Diretorias de Ensino
Os pais não tem onde reclamar.
Não estou vendo um candidato propor uma Ouvidoria onde os pais possam levar suas denúncias.
Nos espaços da Escola Pública não tem lugar para os pais.
Os pais são os maiores interessados que a escola pública seja uma escola da melhor qualidade.
Os pais pagam os impostos e usam o serviço e são deixados de lado.
Como um pai consciente vai fazer parte de um Conselho de Escola ou de uma APM se não tem onde encaminhar a denúncia caso encontre irregularidades. NInguem garante que o seu filho não seja ferozmente perseguido dentro da escola.
Somos também os maiores interessados que nossos filhos se tornem um homem de bem. Serão nossos filhos para toda a vida. Mesmo os mais dificeis. Não temos ex-filhos.
A professora tem ex aluno e a escola expulsa os mais dificeis, os lideres e os rebeldes.
Enquanto não houver uma Ouvidoria desatrelada da Secretaria da Educação e da corporação a escola vai continuar corrupta e a impunidade ditando as suas regras imorais dentro da escola.
Os pais são os legitimos donos da escola.
Fiscalizar, demitir os maus e premiar os professores excepcionalmente bons, é o que precisamos.
Precisamos ser ouvidos, as Ouvidorias que a Secretaria de Educação de São Paulo mantem, são surdas.
Vou continuar com a lanterna feito Diógenes o filósofo debochado, a procura de um candidado que esteja preocupado em garantir de fato a participação dos pais na Escola Pública, a escola que ele paga a vida inteira e onde seu filho usa uns poucos anos e é tratado como o problema da escola